segunda-feira, 5 de junho de 2017

Amantes sem limites (parte 2)



A semana passou rápido e Cezar não havia encontrado Júlia, todos os dias Victor falava de Júlia e demonstrava interesse e Cezar nada comentava.

-Cezar, vou convidar Júlia pra sair, preciso pegar essa garota!

Cezar não gostava da forma em que Victor falava de Júlia muito menos de saber que ele convidaria Júlia para sair.

-Victor você já falou várias vezes se quer vá e faça, mas pare de falar dela para mim que inferno!

Victor ficou sem entender a atitude do amigo e ficou calado.

Cezar trabalhou o resto do dia mal humorado e não trocou mais nenhuma palavra com o amigo, que saiu antes do término do expediente por problemas pessoais.

O que deixou Cezar feliz assim não precisava ficar ouvindo Victor falar o quanto desejava Júlia.

*Apagão no prédio*

-Puta que pariu, era o que faltava!

Cezar falou batendo na lateral de sua mesa.

Levantou-se e foi até a mesa de Victor pegar uma lanterna, mas antes que pegasse Júlia entra correndo na sala com a lanterna de seu Celular acesa.

-Júlia, você está bem?
Perguntou Cezar preocupado.

-Ainda bem que está aqui!

Disse Júlia colocando uma de suas mãos sobre os seios. 


-O que houve Júlia?

-Não sei, só vi tudo se apagar enquanto pegava um café, a única porta aberta que encontrei foi essa.

Júlia falava nervosa, com a voz trêmula.

-Calma Júlia, estou aqui.

Falou Cezar envolvendo-a em seus braços, sentindo o cheiro de seu perfume marcante, quase se igualava a perfume masculino.

Cezar voltou seu rosto olhou nos olhos de Júlia, mesmo com pouca luz pode ver o desejo que aquela mulher carregava no olhar, aproximou de sua boca e viu que ela não hesitaria em beija-lo, a virou num movimento brusco colocando-a de costas para ele, segurou seus cabelos fazendo um rabo de cavalo, beijou seu pescoço e pegou em seu queixo trazendo-o para trás dando um beijo, deslizou uma de suas mãos até a parte de dentro da coxa enquanto beijava o pescoço de Júlia, deixando-a arrepiada, levantou sua saia e empurrou seu corpo contra a mesa, deu um tapa em uma de suas nadegas e passou um de seus dedos no seu sexo ainda por cima da calcinha, sentiu o quanto Júlia estava molhada.

Segurou em sua cintura e a puxou contra seu corpo, fazendo com que ela sentisse o volume de sua calça.

Júlia gemia enquanto rebolava contra seu pau, fazendo Cezar ficar ainda mais louco por ela.

Cezar distanciou seu corpo do dela, desabotoou a calça tirando-a.

Júlia virou seu corpo ficando de frente para aquele membro, aproximou de Cezar e o beijou, ajoelhou em sua frente e delicadamente pegou seu pau e o lambeu bem na cabecinha, passou sua língua por cada pedacinho daquele pau antes de abocanha-lo por completo, inicialmente ela começou a chupa-lo devagar e foi aumentando o ritmo, até Cezar não aguentar e segurar seus cabelos empurrando sua cabeça contra seu pau, Cezar estava chegando ao seu limite sentindo aquela boca macia e quente chupar seu pau. 

Cezar estava com os olhos fechados quando sentiu uma claridade invadir sua sala, ele então abriu os olhos e pode ver aquela cena perfeita, Júlia o chupava enquanto olhava para seu rosto, seus olhos se encontraram revelando os seus desejos mais profundos.

Cezar percebeu a gravidade do que estava acontecendo naquela sala, foi então que percebeu que a porta não estava fechada com a chave.

Ele afastou Júlia e foi em direção a porta.

Cezar passou a chave na porta e verificou se realmente estava fechada.

Tirou sua camisa ficando completamente nu, exibindo seu corpo definido pela academia, sua pele negra contrastava com o verde de seus olhos, seu cabelo liso deixava uma gota de suor cair em sua testa.

Júlia o esperava apoiada na mesa, Cezar se aproximou dando um beijo em seus lábios, tirou o resto das roupas de Júlia deixando seu corpo a mostra, pode ver cada detalhe daquele corpo, viu que Júlia tinha uma tatuagem não muito grande  na virilha era uma fênix, ele passou seus dedos sobre a tatuagem e abaixou-se ficando e frente para seu sexo, passou seus dedos por sua coxa e pode perceber o quanto sua pele macia estava arrepiada, subiu seus dedos até a entrada da sua boceta e introduziu dois deles, passou sua língua em seu clitóris enquanto movimentava os dedos, chupava seu clitóris ora rápido ora devagar.
Júlia soltava alguns gemidos baixos para ninguém ouvi-los o que deixava Cezar ainda mais louco de tesão.

Cezar levantou-se e beijou Júlia num beijo ardente, virou Júlia de costas apertou sua cintura contra seu pau, Júlia empinou a bunda sentindo o membro rígido de Cezar.

Cezar colocou a cabecinha de seu membro e foi introduzindo devagar até entrar por completo, sentiu aquela boceta quente envolver seu pau, ele começou a estocar devagar e foi aumentando o ritmo, Júlia gemia baixinho, Cezar movimentava rápido enquanto puxava os cabelos de Júlia para trás, ele estava pronto a explodir quanto sentiu a boceta de Júlia contrair, seu corpo estremecia denunciando seu orgasmo, Cezar não se conteve e explodiu num gozo inundando Júlia com seu líquido quente.

Cezar abraçou Júlia que o interrompeu apressada pegando suas roupas e as colocando.

-Cezar preciso ir todos devem estar me procurando.

-Calma Júlia todos devem estar preocupados verificando se os sistemas voltaram.

Cezar disse abotoando sua calça e indo em direção de Julia, arrumando seus cabelos que estavam bagunçados.

Júlia terminou de se arrumar deu um beijo em Cezar e saiu devagar de sua sala com medo de alguém a ver.

Cezar ficou pensando no que havia acontecido naquela sala, os dois tinham perdido a noção do perigo.

Júlia havia mexido com seus sentimentos desde a primeira vez que a viu, ele pensava em como não conseguiu se controlar, como pode fazer aquilo tinha percebido o quanto havia gostado de ficar com aquela mulher.

Continua...


Anita G.

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