sexta-feira, 30 de junho de 2017

Amantes sem Limites(Parte 4)

Segunda-feira:

Acordei e fui para o banho não me demorei, coloquei um vestido preto bem justo e minha sandália preta de salto, arrumei o cabelo e passei uma maquiagem leve que usava todos os dias, fui até o quarto onde meu marido dormia e o beijei dando tchau.

Meu marido se chama Marcos, tem a mesma idade que eu 26 anos, branco, cabelos negros da cor dos olhos, trabalha num consultório de odontologia, estamos casados a 7 anos e tenho plena certeza que ele é apaixonado por mim, nosso relacionamento entrou na rotina, o que não tem me agradado, já não tem mais clima para sexo e nem diálogo, não vou dizer que ele é um marido ruim porque se falasse estaria mentindo, o problema é que nos tornamos mais amigos do que marido e mulher, ele não percebe isso.

Cheguei na empresa e estava com a impressão que todos me olhavam, fiquei com medo que percebessem que estava sem calcinha mas agi normalmente, cheguei a minha sala e meu chefe já foi falando.

-Júlia pegue suas coisas você vai ficar na mesma sala que Cezar e Victor.

Fiquei sem entender mas fui até minha nova sala, chegando lá tinha uma mesa do lado da porta onde ficava o antigo sofá, dessa mesa dava visão para as duas outras mesas a de Victor que ficava a minha frente e a de Cezar que ficava na parede lateral mas que dava para me ver perfeitamente.

-Bom dia meninos, fiquei sabendo que aqui vai ser minha sala.

Os dois me olharam de cima a baixo, senti o olhar de desejo daquele dois homens.

-Bom dia!

Respondeu Victor vindo até mim e me guiando para minha mesa.
-Obrigada Victor!

-Por nada princesa!

Victor falou me dando um beijo no canto da boca.

Olhei para Cezar e ele não me disse nada, apenas sorriu de canto da boca, o que já foi suficiente para me deixar molhada.

Já havia arrumado todas as minhas coisas na mesa e estava trabalhando, quando meu celular vibra.

-Gostou da sua nova sala vadia?

Era uma mensagem de Cezar, olhei para ele que me olhava me comendo com os olhos, acenei com a cabeça e voltei a trabalhar.

*Celular vibra*

-Está sem calcinha safada?

-Sim, estou!

-Quero ver!

-Está louco?

-Levante mais um pouco o vestido e abra as pernas!

Fiquei sem ação, aquilo de alguma forma me deixou excitada, não pensei muito e disfarçadamente levantei meu vestido e abri um pouco as pernas deixando a mostra meu sexo.

-Ah que delícia, depiladinha!

-Rsrsrs.

-olha o volume da minha calça!
Olhei por debaixo sua mesa e pude perceber a sua ereção.

-Vadia, faça algum barulho para atrair o olhar de Victor.

-Não, está maluco!

-Eu quero que você deixe ele louco.

Olhei para Victor ele estava concentrado, fiquei com receio de fazer e ao mesmo tempo com vergonha, mas aquele joguinho me excitava, então peguei a xícara de café que já estava vazia e dei um jeito de derruba-la em cima da minha mesa fazendo barulho, nesse momento Victor me olhou vendo completamente a minha boceta, ele se ajeitou na mesa e tentou disfarçar, eu não o olhava a continuava fazendo meu serviço fingindo que não tinha percebido que estava mostrando meu sexo.

Percebi que Victor estava desconfortável não sabia como agir diante da situação.

*Celular vibra*

-Porra gostosa, quero te comer!

-Estou molhada!

Disse olhando para Cezar dando uma piscadinha.

-Ele só pode ver, porque essa boceta é minha!

-Rsrs.

Ele estava me exibindo para Victor e eu estava gostando da ideia, não via a hora e ficar a sós com ele.

Olhei disfarçadamente para mesa de Victor e pude perceber o volume em sua calça, ele não parava de olhar o que me excitava ainda mais.
Ficamos o dia todo nesse joguinho, Victor olhava para minha boceta sem disfarçar e eu fingia que nada via, até conversava com ele como se nada estivesse acontecendo, tinha gostado de ficar exposta feito uma vitrine, só que essa ele só ia olhar.

Nosso expediente havia acabado, minha boceta pulsava de desejo, precisava ser preenchida, queria sentir os toque de Cezar, sentir cada pedaço daquele corpo.

Continua...

Beijinhos


Anita G.


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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Amantes sem limites(parte 3)

*Júlia *

Em minha mesa no RH me encontrava sozinha, era inevitável não pensar em Cezar, não conseguia me concentrar no serviço e me controlava para não ir até ele, já que tomei a melhor decisão de não procura-lo e nem me deixar levar pelo desejo.

-O que eu fiz, que loucura?!

Estava perdida em meus pensamentos, o sentimento de culpa me invadia, cada vez que pensava em Cezar sentia meu corpo arder de desejo mas ao mesmo tempo vinha a culpa que me corroía por dentro.

-Quem sou eu, em quem me tornei?

Não sabia de onde vinha tanto desejo, a necessidade e ser tocada por aquele homem me invadia, esse desejo era incontrolável e sempre queria mais e mais.

Evitei encontrar com Cezar a semana inteira, embora meu corpo pedisse por ele, meu sexo molhava só de lembrar daquele dia.

Sexta-feira dia em que todos da empresa saiam para o barzinho após o expediente, estava decidida não ir, mas Ana não parava de me encher falando para ir.

Decidi que iria mas não ficaria próxima de Cezar, o que houve no outro dia não iria se repetir, não poderia me deixar levar pelo desejo.

Ao sairmos todos estavam animados, mas eu estava tensa e sentia o olhar de Cezar me observando o que me deixava em chamas.

Chegando ao barzinho procurei um lugar à mesa distante de Cezar, fiquei ao lado de Victor estávamos conversando, as vezes meu olhar se encontrava com o de Cezar mas disfarçava e não ficava encarando-o, quando Victor aproximou-se e falou ao meu ouvido.

-Quer sair comigo gata?
Por mais que esperasse polo convite fiquei sem reação, e não respondi, sabia que Victor chamava todas para sair mas não esperava que faria aquilo ali tão perto de Cezar.

Victor me chamou várias vezes para dançar, sempre recusava os convites, mas Victor era incansável, até que empurrei Ana para dançar com ele e só assim ele me deixou em paz.

Cezar não estava gostando das atitudes de Victor comigo e me olhava diferente estava bravo, estava nítido em seu olhar o ciúmes que sentia, eu não conseguia encara-lo.

"-Ai meu Deus o que eu fiz?"

Me perguntava sem parar.

Toda vez que olhava para Cezar ele estava olhando também, mas com um olhar bravo, o que me deixava molhada pois só de imaginar seus toques já era suficiente.

Bebi mais um pouco e fui até o banheiro fazer uma ligação, não percebi que Cezar estava vindo atrás de mim e no meio do caminho já fiz a ligação.

-Amor, estou com alguns amigos, mas não vou demorar para ir embora.

Conversei com meu marido até chegar ao banheiro, quando entrei fechando a porta mas antes que conseguisse trancar senti uma mão empurrando a porta, levei um susto, mas vi que era Cezar e o deixei entrar.

-Cezar ficou maluco?

Alguém pode ter visto você entrando aqui.

Cezar me olhava com ódio, não sabia o que fazer, pois ele estava fora de si.
-Cezar o que você tem, calma?!

Cezar me olhou nos olhos e disse em tom de fúria.
-Amor?

Nesse momento sabia que ele havia escutado minha conversa, fiquei sem ação tentei pedir desculpas mas ele me olhava bravo, estava fora de si.

Fiquei com medo, mas não sabia o que fazer.

-Cezar desculpa, não teve como te contar antes, foi tudo tão rápido.

-Rápido, Victor ainda fez piadinha aquele dia no restaurante você não lembra?

Cezar falou levantando uma de suas mãos e gesticulando.

-Sim,Mass...

Respondi lembrando desse dia “-Espero que não seja casada". Eu poderia ter falado que era, mas nem dei importância ao que ele disse e não sabia o quanto poderia me envolver com Cezar.

-Desculpa?

Falei sussurrando.

Cezar me segurou pela cintura puxando meu corpo contra o seu me dando um beijo de tirar o fôlego, suas mãos deslizavam rápido pelo meu corpo, sentia seu membro pulsar na minha cintura.

-VADIA!

Cezar falou enquanto levantava meu vestido e tirava minha calcinha.

-Cachorra, safada!

Aquelas palavras me excitava, meu sexo estava molhado, sentia seus dedos invadir meu sexo, seus lábios passeando pelos meus seios, gemia de tesão, aquelas mãos fortes me tocando, seus dedos me invadindo me deixava louca.

Cezar me virou de costas, abriu sua calça e roçou seu membro na minha bunda, desceu até meu sexo e o penetrou de uma só vez me fazendo dar um grito, tirou seu membro do meu sexo e colocou na entrada do meu anelzinho, forçou, tirou, colocou na minha vagina tirou e colocou no meu anelzinho de uma só vez me fazendo gritar.

-Minha putinha!

-Fala que você é minha putinha!

Cezar falava enquanto estocava forte.

-Sou sua putaaa.

Falei enquanto rebolava naquele pau, sentia ele todo dentro de mim, gritava de prazer.

Meu corpo estava denunciando meu orgasmo quando Cezar tirou seu pau do meu anelzinho e colocou na minha vagina, estocou mais algumas vezes tirou e me fez ajoelhar ,naquele banheiro pequeno, colocou seu pau em minha boca e me fez chupar algumas vezes, ele tirou novamente me pegou me colocando de costas, colocou novamente seu pau no meu sexo e me fodia com força cada vez mais rápido, meu corpo se contorcia de prazer, tirou seu pau de dentro de mim me colocando de joelho e jorrando aquele líquido quente no meu rosto.

Fiquei por um tempo recuperando o fôlego, quando percebi que Cezar já arrumava sua calça, olhei pra ele e ele ainda tinha um olhar de ódio em seu rosto, fiquei confusa e nada disse, limpei meu rosto, arrumei meu vestido colocando minha calcinha quando ele foi saindo e disse.

-Segunda vai trabalhar sem calcinha, minha vadia.
Fiquei ofendida com as palavras mas confesso que gostei, aquele sexo perigoso me excitava.

Depois de alguns minutos voltei para mesa e vi que Cezar não estava lá, ninguém desconfiou de nada que havia acontecido no banheiro, fiquei por um tempo e logo fui embora.

No caminho pensava em tudo que houve, ainda me sentia culpada, mas o prazer que aquele homem me proporcionava me deixa fora de mim.


Continua...

Beijinhos 

Anita G. 
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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Amantes sem limites (parte 2)



A semana passou rápido e Cezar não havia encontrado Júlia, todos os dias Victor falava de Júlia e demonstrava interesse e Cezar nada comentava.

-Cezar, vou convidar Júlia pra sair, preciso pegar essa garota!

Cezar não gostava da forma em que Victor falava de Júlia muito menos de saber que ele convidaria Júlia para sair.

-Victor você já falou várias vezes se quer vá e faça, mas pare de falar dela para mim que inferno!

Victor ficou sem entender a atitude do amigo e ficou calado.

Cezar trabalhou o resto do dia mal humorado e não trocou mais nenhuma palavra com o amigo, que saiu antes do término do expediente por problemas pessoais.

O que deixou Cezar feliz assim não precisava ficar ouvindo Victor falar o quanto desejava Júlia.

*Apagão no prédio*

-Puta que pariu, era o que faltava!

Cezar falou batendo na lateral de sua mesa.

Levantou-se e foi até a mesa de Victor pegar uma lanterna, mas antes que pegasse Júlia entra correndo na sala com a lanterna de seu Celular acesa.

-Júlia, você está bem?
Perguntou Cezar preocupado.

-Ainda bem que está aqui!

Disse Júlia colocando uma de suas mãos sobre os seios. 


-O que houve Júlia?

-Não sei, só vi tudo se apagar enquanto pegava um café, a única porta aberta que encontrei foi essa.

Júlia falava nervosa, com a voz trêmula.

-Calma Júlia, estou aqui.

Falou Cezar envolvendo-a em seus braços, sentindo o cheiro de seu perfume marcante, quase se igualava a perfume masculino.

Cezar voltou seu rosto olhou nos olhos de Júlia, mesmo com pouca luz pode ver o desejo que aquela mulher carregava no olhar, aproximou de sua boca e viu que ela não hesitaria em beija-lo, a virou num movimento brusco colocando-a de costas para ele, segurou seus cabelos fazendo um rabo de cavalo, beijou seu pescoço e pegou em seu queixo trazendo-o para trás dando um beijo, deslizou uma de suas mãos até a parte de dentro da coxa enquanto beijava o pescoço de Júlia, deixando-a arrepiada, levantou sua saia e empurrou seu corpo contra a mesa, deu um tapa em uma de suas nadegas e passou um de seus dedos no seu sexo ainda por cima da calcinha, sentiu o quanto Júlia estava molhada.

Segurou em sua cintura e a puxou contra seu corpo, fazendo com que ela sentisse o volume de sua calça.

Júlia gemia enquanto rebolava contra seu pau, fazendo Cezar ficar ainda mais louco por ela.

Cezar distanciou seu corpo do dela, desabotoou a calça tirando-a.

Júlia virou seu corpo ficando de frente para aquele membro, aproximou de Cezar e o beijou, ajoelhou em sua frente e delicadamente pegou seu pau e o lambeu bem na cabecinha, passou sua língua por cada pedacinho daquele pau antes de abocanha-lo por completo, inicialmente ela começou a chupa-lo devagar e foi aumentando o ritmo, até Cezar não aguentar e segurar seus cabelos empurrando sua cabeça contra seu pau, Cezar estava chegando ao seu limite sentindo aquela boca macia e quente chupar seu pau. 

Cezar estava com os olhos fechados quando sentiu uma claridade invadir sua sala, ele então abriu os olhos e pode ver aquela cena perfeita, Júlia o chupava enquanto olhava para seu rosto, seus olhos se encontraram revelando os seus desejos mais profundos.

Cezar percebeu a gravidade do que estava acontecendo naquela sala, foi então que percebeu que a porta não estava fechada com a chave.

Ele afastou Júlia e foi em direção a porta.

Cezar passou a chave na porta e verificou se realmente estava fechada.

Tirou sua camisa ficando completamente nu, exibindo seu corpo definido pela academia, sua pele negra contrastava com o verde de seus olhos, seu cabelo liso deixava uma gota de suor cair em sua testa.

Júlia o esperava apoiada na mesa, Cezar se aproximou dando um beijo em seus lábios, tirou o resto das roupas de Júlia deixando seu corpo a mostra, pode ver cada detalhe daquele corpo, viu que Júlia tinha uma tatuagem não muito grande  na virilha era uma fênix, ele passou seus dedos sobre a tatuagem e abaixou-se ficando e frente para seu sexo, passou seus dedos por sua coxa e pode perceber o quanto sua pele macia estava arrepiada, subiu seus dedos até a entrada da sua boceta e introduziu dois deles, passou sua língua em seu clitóris enquanto movimentava os dedos, chupava seu clitóris ora rápido ora devagar.
Júlia soltava alguns gemidos baixos para ninguém ouvi-los o que deixava Cezar ainda mais louco de tesão.

Cezar levantou-se e beijou Júlia num beijo ardente, virou Júlia de costas apertou sua cintura contra seu pau, Júlia empinou a bunda sentindo o membro rígido de Cezar.

Cezar colocou a cabecinha de seu membro e foi introduzindo devagar até entrar por completo, sentiu aquela boceta quente envolver seu pau, ele começou a estocar devagar e foi aumentando o ritmo, Júlia gemia baixinho, Cezar movimentava rápido enquanto puxava os cabelos de Júlia para trás, ele estava pronto a explodir quanto sentiu a boceta de Júlia contrair, seu corpo estremecia denunciando seu orgasmo, Cezar não se conteve e explodiu num gozo inundando Júlia com seu líquido quente.

Cezar abraçou Júlia que o interrompeu apressada pegando suas roupas e as colocando.

-Cezar preciso ir todos devem estar me procurando.

-Calma Júlia todos devem estar preocupados verificando se os sistemas voltaram.

Cezar disse abotoando sua calça e indo em direção de Julia, arrumando seus cabelos que estavam bagunçados.

Júlia terminou de se arrumar deu um beijo em Cezar e saiu devagar de sua sala com medo de alguém a ver.

Cezar ficou pensando no que havia acontecido naquela sala, os dois tinham perdido a noção do perigo.

Júlia havia mexido com seus sentimentos desde a primeira vez que a viu, ele pensava em como não conseguiu se controlar, como pode fazer aquilo tinha percebido o quanto havia gostado de ficar com aquela mulher.

Continua...


Anita G.

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domingo, 4 de junho de 2017

Descarada(Final)



Victor me virou de costas passando suas mãos entre minhas pernas, puxando-me pela cintura encostando minha bunda em seu pau, pude sentir aquele membro duro atrás de mim enquanto dois de seus dedos invadiam minha boceta.

- Ahhh Victor que delícia, huuumm!

Rapidamente Victor me virou fazendo-me ajoelhar a sua frente, segurou meu cabelos fazendo com que olhasse para ele.

-Ah cachorra você gosta né!?

Dei um sorriso malicioso, segurei seu pau e passei a língua bem na cabecinha, desci por toda sua extremidade, voltei dando leves beijinhos e o abocanhei, coloquei ele todo em minha boca e antes que começasse um movimento de vai e vem Victor já estava empurrando minha cabeça contra seu membro.

-Cachorra!chupa!

- Ah delícia, chupa, cachorra!

Sentia seu pau adentrar minha boca me deixando praticamente sem ar, seus dedos entre meus cabelos empurrando minha cabeça cada vez mais rápido contra seu pau, podia sentir cada musculo de seu membro pulsando na minha boca.

-Anita minha putinha!

Victor falava olhando para mim enquanto eu passava minha língua nos lábios cuidando para que nenhuma gota do seu liquido escorresse.

Levantei e fiquei a sua frente olhando fixamente para seus olhos, andei até um canto da sala apoiando minhas mãos na parede e empinando minha bunda o convidando para devorar meu rabinho, olhei para ele e o chamei dando uma piscadinha e soltando um sorriso malicioso.

Victor veio em minha direção e deu um tapa forte em minha bunda, abriu e colocou um de seu dedo em minha boceta trazendo a minha humidade para o meu anelzinho, colocou a cabecinha do seu pau na entrada e sem demorar adentrou ele todo no meu anelzinho deixando seu pau completamente dentro de mim, segurou meus cabelos trazendo meu rosto para trás dando lhe um tapa e voltando a estocar forte meu anelzinho.

-Ah Victor issooo...vaiiii...

Gemia e implorava para ele ir cada vez mais rápido, rebolava naquele pau, meu corpo se arrepiava a cada estocada.

-Ah sua safada, você realmente gosta de dar o cuzinho, goza com meu pau dentro dele vai!

Quanto mais ele me chamava de cachorra, safada entre outros nomes que ele gostava, mais eu ficava louca, meu corpo se contorcia sentindo aquele membro todo dentro de mim, sentindo aquele liquido quente no meu cuzinho.

Victor me virou de frente me abraçando e dando um beijo.

-Ah Victor não vem com seu romantismo não.

Falei enquanto pegava minhas roupas espalhadas pela sala.

-Anita você é uma sem vergonha mesmo, só quer usar o meu corpo.

-Haha, como se suas intenções comigo não fosse a mesma, pode parar.

Me vesti e sai da sala como se nada tivesse acontecido, aliais já havia conseguido o que queria.

Anita G.


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