sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Dominada

Havia acabado de chegar naquela pequena cidade, típica de interior onde o silêncio toma conta da cidade, onde as pessoas dormem cedo e a noite se torna um silencio profundo.
Estava adorando aquela cidadezinha, um lugar calmo e tranquilo, onde poderia trabalhar sem ninguém para me interromper.

Eu não saia muito para festas, pois eu não conhecia praticamente ninguém além do rapaz que trabalhava no único mercado daquela cidade pequena, minha casa era a mais isolada, uma casa antiga com moveis rústicos, uma casa conservada e muito bela, ao redor dela tinha um jardim muito bonito com algumas arvores que dava ainda mais charme para a casa.

Eu ficava praticamente o dia inteiro escrevendo para uma coluna do jornal, e como tinha um prazo para entregar eu me empenhava mais, e como morava num local calmo onde não se ouvia nada além da natureza, silêncio era essencial para poder me concentrar no que estava escrevendo. Quase todas as noites ia dormir tarde, pois ficava escrevendo e perdia completamente a noção do tempo, o que me deixava muito cansada e quando ia dormir estava completamente exausta e simplesmente apagava.

Mas como no domingo eu estava sempre cansada, pois escrevia a semana toda e não tinha para onde ir sempre ia dormir mais cedo. Mas esse domingo estava diferente, havia um ar de mistério no ar, eu sentia que estava sendo observada, e isso me deixava com medo. Embora eu estivesse com medo de alguém estar me observando mantive a calma, e agia como se nada estivesse acontecendo. Eu pensava que estava apenas me sentido sozinha, pelo fato de não ver meu namorado há semanas, estava carente e poderia estar apenas criando fantasias na minha cabeça.

No começo da noite fui tomar meu banho para poder relaxar, pois estava muito tensa o que estava me matando, liguei o som colocando uma música de uma banda de Rock que eu gosto muito (Evanescence), tirei minha roupa ficando completamente nua, minha pele branca estava completamente expostas, não havia ninguém ali na casa além de mim, mas algo me dizia que eu estava sendo observada, entrei debaixo do chuveiro molhando completamente meu cabelo ruivo, que era um pouco abaixo do ombro, fechei meus olhos enquanto minhas mãos passeavam pelo meu corpo, passeavam pelos meus seios descendo em direção ao meu sexo, o tesão tomava conta do meu ser, fazendo com que minhas mãos se deixassem serem levadas em direção ao meu prazer, meus dedos tocavam meu clitóris me deixando completamente louca, da minha boca saia pequenos gemidos, ofegantes de tanto prazer que seu sentia, meus dedos passeavam pela minha boceta aprofundando todos os movimentos, enquanto minha outra mão tocava meus seios, meus dedos invadiam minha boceta  explorando-a   completamente, eles entravam e saiam cada vez mais rápido, meu corpo completamente tremulo, minha respiração ofegante, meu corpo deslizou pela parede até chegar ao chão, fiquei sentada debaixo do chuveiro recuperando minhas forças, fiquei um tempo sentada e logo levantei-me e terminei meu banho.

Sai do banheiro e fui para o meu quarto, coloquei uma camisolinha preta transparente bem curta não coloquei nada além dela, pois adorava ficar à-vontade em casa, me deitei e logo peguei no sono, estava tendo um sono conturbado, tendo alguns pesadelos, mas logo me
desperto quando ouvi  meu nome.

-Anita!

Fiquei com medo e me mantive deitava, olhava para os lados mas não via ninguém, meu abajur estava aceso deixando meu quarto um pouco iluminado, novamente ouvi aquela voz misteriosa falar:

-Anita, levante-se!

Nesse momento senti um calor incontrolável, mas não dei o braço a torcer e não levantei, e disse:

-Quem é você, o que quer?

Ele então deu uma pequena gargalhada em seguida disse:

-Apenas faça o que eu estou mandando, não precisa ter medo!

Eu então respondi:

-Não vou fazer isso, eu não quero!

Um silêncio tomou conta do quarto.

Ele então disse:

-Faça o que eu estou mandando, e não faça mais perguntas!

Eu então não hesitei e levantei, fiquei parada esperando a próxima ordem.

Ouvi alguns passos vindo em minha direção e logo ele disse:

-Não olhe para trás!

Eu fiquei imóvel enquanto ele se aproximava de mim, ele colocou uma venda em meus olhos e deu um beijo em meu pescoço me deixando completamente arrepiada, ele então abaixou as alças da minha camisolinha deixando-me completamente nua.

Senti seus dedos deslizarem pela minha costas até chegar em minha bunda, ele então subiu suas mãos até chegar em meus braços ,ele então colocou meus braços para trás, colocando uma par de algemas.
Aquela situação, aquele ar de mistério ao contrário de me deixar com medo estava me excitada, muito excitada.

Ele então parou na minha frente e disse:

-Ajoelhe-se, agora!

Ajoelhei-me diante dele, estava completamente excitada, aquela sensação de ser dominada por aquele estranho tomava conta do meu ser.

Ele então abriu o zíper de sua calça tirando seu membro para fora, senti ele passando aquele membro pelo meu rosto, senti o cheiro de seu pau e fiquei ainda mais excitada, queria tocar aquele membro, poder colocar ele todinho em minha boca, abri minha boca, ele então coloca seu membro completamente em minha boca, segurava meus cabelos e empurra minha cabeça contra seu pau, fazendo com que ele entrasse completamente em minha boca,sentia seu pau pulsando em minha boca enquanto ele segurava minha cabeça empurrava contra seu pau, sinto que ele está quase gozando quando ele puxa minha cabeça e tira seu pau de dentro dela.


Ele me guiou até a cama me colocando de bruços e prendendo minhas mãos na cabeceira, me deixando  indefesa, começou a beijar meu pescoço descendo em direção a minha costas até chegar em minha bunda, sinto alguns tapas que ardeu de início mas logo amenizou, quando  começo a beijá-la ,ele abre minhas pernas e começa a beijar minha boceta que está completamente molhada, ele passava  sua língua na entradinha da minha boceta subindo até meu clitóris dando pequenas mordiscadas.

Sentia um prazer incontrolável em sentir aquela língua me possuindo, sentia um tesão de estar sendo possuída, de ter alguém me dominando, meu corpo queimava de prazer toda vez em que ele passava aquela língua em minha boceta, podia sentir que ele também estava muito excitado, sua respiração estava ofegante e seus toques cada vez mais rápido, mas logo ele parou de chupar minha boceta quando percebeu que meu gozo logo viria, e colocou seu pau na entradinha da minha boceta e começou a me provocar, colocando na entradinha e tirando.

Eu não estava aguentando mais aquela tortura, eu queria ser penetrada por aquele membro gostoso.

Quando ele disse:

-Eu sei que você quer, e se você quer vai ter que implorar!

Eu permaneci quieta, estava decidida que não imploraria, jamais implorei a ninguém para ser possuída, porque com ele seria diferente?

Ele continuou a tortura, e puxando meus cabelos para trás disse:

- Vou te torturar até você implorar, isso é para você ver quem manda aqui!

Aquele puxão de cabelo só aumentou mais meu tesão, mas permaneci calada, enquanto sentia aquele pau roçando na entradinha da minha boceta, eu estava completamente entregue a ele, e ele ainda queria que eu implorasse não era justo.

Ele aproximou sua boca do meu ouvido me deixando arrepiada e disse sussurrando:

-Implore, mostre que você está totalmente entregue a mim, que eu sou o seu dono!

Naquele momento senti uma fúria dentro de mim, raiva, tesão, uma mistura de sentimentos tomava conta de mim, até que eu explodi e gritei.

_Me possua! Penetre-me! Se você quer que eu implore, eu imploro, me penetre me faz gozar em seu pau!

Ele então deu uma gargalha e disse:

-É assim que eu gosto, está aprendendo direitinho a lição.

E logo começo a me penetrar, me penetrava com calma e delicadeza, mas aos poucos foi aumentando o ritmo, cada vez mais forte, colocava seu pau e tirava rapidamente.

Sentia seu membro me invadir, me deixando louca de tesão, gemia de prazer.

-Vai me fode com força, eu te implorei, agora me mostre do que é capaz, ainnnnn vai deliciaaa, assim com forçaaaaaaa!

Ele então segurou meus cabelos e puxou para trás, me proporcionando dor e tesão, uma combinação maravilhosa.

Sentia minha boceta sendo invadida por aquele membro, meu corpo se contorcendo de tanto prazer que eu sentia, enquanto ele estocava mais rápido e mais rápido, anunciando seu gozo, ele segurou minha cintura contra seu pau e gozou. Fazendo com que eu gozasse no mesmo momento!
Deu um tapa na minha bunda e disse:

-Mandou muito bem cachorra! Agora você sabe quem manda aqui né?

Eu respondi:

-Você é meu dono! É você que eu sirvo!

Ele deu uma gargalhada, e em seguida tirou as algemas me deixando livre, ele então disse:

-Estou indo agora, você só vai tirar a venda dos olhos depois que eu sair daqui!

E como ele disse eu não tirei a venda dos olhos enquanto não tivesse certeza que ele não estava mais naquele local.

Tirei a venda dos olhos e fui tomar um banho completamente saciada, pois tudo aquilo havia sido muito bom, agora eu sabia que tinha um dono e que ele estaria sempre por perto a me observar.

Anita G.

 *Texto escrito em Novembro de 2011 para uma pessoa muito querida Dante Gavazzoni e reeditado em dezembro de 2017.


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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Amantes sem Limites( Parte 6)

-Cezar você viu a Júlia hoje?

-Não Victor!

Cezar já estava com um humor daqueles, Júlia estava atrasada mais que o normal.

-Você viu que ela estava sem calcinha ontem, mas que bocetinha.

Cezar olhou para Victor e não falou nada, por mais que havia dado ordens para ela se exibir não deixava de ficar com ciúmes vendo o interesse do amigo.

-Cheguei, bom dia meninos!

Júlia falava enquanto tirava seu sobretudo preto ficando com seu vestido preto apenas alguns centímetros abaixo da bunda, caminhou em direção à mesa de Victor sobre um salto preto 15,debruçou sobre a mesa deixando sua bunda empinada virada para Cezar, enquanto tirava algumas dúvidas com Victor.

Cezar apenas olhava para aquele corpo extremamente sexy.

*Celular vibra*

-Bom dia querido, você pediu que te surpreendesse hoje, espero estar conseguindo.

-Ah cachorra, o que tem em mente hoje?

-Aguarde!

No decorrer do dia correu tudo normal como de costume, o que deixava Cezar intrigado, pois não tinha noção do que Júlia tinha em mente.

-Victor,você poderia me ajudar nesse relatório?

Júlia falou chamando Victor até sua mesa.

-Mas é claro!

Victor aproximou de sua mesa ajudando a amiga de trabalho, quando percebeu que a mão de Júlia subia por seu coxa indo em direção ao seu pau.

-Tá gostando?

Júlia perguntou.

Cezar ao ver o que está a havendo ficou sem reação e na hora fechou a cara, o que não intimidou Júlia.
-Ahh estou adorando!

Victor respondeu respirando fundo.

Júlia virou ainda sentada em sua cadeira ficando de frente para Victor e já foi abrindo o cinto e desabotoando sua calça, olhou para Cezar dando uma piscadinha voltou seu rosto ficando de frente para aquele pau rígido e grande, delicadamente segurou sua extremidade com uma das mãos e colocou todo dentro de sua boca, voltou tirando -o, passou sua língua bem na sua cabecinha e olhou para o rosto de Victor, abocanhou aquele pau novamente chupando com vontade, Victor ainda olhando para Júlia pegou em seu cabelo segurando-o entre os dedos e começou a foder sua boca com força deixando Julia algumas vezes sem ar.

Cezar olhava a cena que lhe incomodava mas ao mesmo tempo estava excitado em ver o quão ousada Júlia se tornará, levou a mão até seu pau e segurou seu membro rígido.

Júlia nessa altura já estava ajoelhada no chão com seu vestido levantado deixando sua bunda a mostra naquele fio dental, sua boca ainda envolvia o pau daquele homem.

Cezar levantou de sua cadeira indo em direção dos dois, Victor o olhou sem entender.
Júlia levantou e empurrou Cezar fazendo-o sentar na cadeira.

-Agora assista!

Cezar tentou levantar mas foi empurrado novamente.

Júlia virou-se de costas para Victor que abriu o grande zíper que havia em seu vestido, beijou seu pescoço descendo até o fecho de seu vestido e abriu tirando-o, continuo descendo beijando suas costas até chegar em sua bunda apertando-a seguido de um tapa, abaixou sua calcinha fazendo parar em seus pés, Júlia desviou seus pés terminando de tirar a calcinha ficando completamente nua na frente daqueles dois homens.

Victor a beijou como queria ter feito a muito tempo e desceu por seu pescoço beijando cada pedacinho daquela pele macia, parou em seus seios e os mordisco cada um, sugava cada um deles revezando entre chupadas, apertos e mordiscadas.

Júlia gemia enquanto olhava para Cezar que permanecia sentado segurando seu pau duro.

Victor num movimento rápido fez com que Júlia debruçasse sobre a mesa deixando sua bunda empinada, abriu suas pernas e pode ter aquela maravilhosa visão os dois sexos de Júlia completamente exposto para ele.

-Ahhh...que delícia!

Victor falou passando seus dedos entre os grandes lábios trazendo-os até o seu cuzinho, introduziu dois dedos em sua buceta enquanto seu dedão batia naquele cuzinho que não demorou para ser preenchido arrancando gemidos de Julia.

-Quer no cuzinho gostosa?

-humrum...

Júlia respondeu num gemido discreto.

Victor passou sua língua na entradinha lubrificando-o e introduziu devagar naquele cuzinho até deixar somente suas bolas pra fora.

Victor deu um tapa em sua bunda seguindo de fortes estocadas, segurou o cabelo de Júlia enquanto estocava forte aquele rabo, Júlia gemia e pedia por mais e mais.

Cezar olhava já com seu pau duro fora das calças, segurava batendo uma punheta.

Victor sentou-se na cadeira ainda fodendo o cuzinho de Júlia fazendo-a cavalgar gostoso em sua pica, Cezar estava na frente dos dois tendo a total visão do que estava acontecendo.

Júlia gemia enquanto cavalgava e tocava sua buceta.

-Ahhh Victor me fodeeeeee...humm...me enche de porra!

-Ah cachorraaaaa...

Victor levantou segurando nas pernas de Julia e a jogou sobre a mesa virando-a de frente, ergueu suas pernas na direção de seu ombro e socou de uma só vez em sua buceta retirou e voltou a socar no seu cuzinho, socava forte e rápido até sentir seu gozo inundar o cuzinho de Júlia, enquanto sentia Júlia se contorcer num orgasmos.

Júlia levantou arrumando-se enquanto olhava para Cezar que estava sujo de seu próprio líquido, sorriu enquanto terminava de se arrumar, Victor estava com um sorriso estampado no rosto mesmo sem entender a relação que Júlia tinha com Cezar.

Após o expediente Cezar tentou conversar com Júlia que não deu ouvidos ao que ele queria falar.
-Ah Cezar por favor amanhã me surpreenda!

Júlia falou enquanto saía com o carro. Cezar ficou confuso e nesse momento ele percebeu que o jogo havia virado.

Continua...

beijinhos

Anita G.



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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Quando

Quando o desejo é maior que a distancia
Quando seus suspiros clamam por alguém
Quando não temos para onde fugir
quando o prazer solitário não é tão solitário assim.

Quando o desejo faz com que seu corpo fique em chamas
quando um nome te faz viajar
quando não podemos mais fugir do destino.

Quando seus dedos fazem o percurso pelo seu corpo
Quando ele sabe exatamente o que fazer
Quando seus dedos fazem um percurso para te satisfazer
Enquanto você fantasia com aquele que te deixa tão fogosa assim.

Aquela mordida nos lábios,
aquele gemido,
aquele suspiro profundo,
Quando o corpo denuncia o orgasmo.

E mesmo depois daquele orgasmo não tão solitário
você permanece de olhos fechado imaginando o semblante daquela pessoa
Imaginando como teria sido se realmente estivesse ali,
Não apenas em pensamentos mas sim em corpo presente.

Anita G.

Esse texto foi escrito no calor do momento pensando em uma pessoa que me deixa louca,que gostaria muito de um dia poder tocar e olhar nos olhos e dizer o quanto é importante para mim.
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domingo, 3 de dezembro de 2017

Amantes sem Limites( Parte 5)

Todo mundo havia saído e só faltava nós dois, chamamos o elevador e entramos em silêncio.

-Minha safada!

Cezar disse me puxando pela cintura e apertando o botão de emergência fazendo o elevador parar.

Passou seus lábios pelo meu pescoço e sussurrou em meu ouvido:

-Você me deixou louco hoje!

Soltei um leve gemido e senti sua mão adentrar meu vestido, seus dedos chegarem até meu sexo e adentrou, Cezar me beijava enquanto me fodia com os dedos. 

-Sabia que o porteiro está vendo o que fazemos.

Cezar falou apertando o botão para irmos pra garagem onde estavam nossos carros.

Empurrou meu corpo contra seu carro e tirou meu vestido, depois meu sutiã me deixando nua naquela garagem, me virou de costas e puxou meu cabelo, aproximou seus lábios do meu ouvido me deixando arrepiada.

-Está vendo aquela câmera ali?

Olhei assustada.

-Sim!

Falei num tom de medo.

-O porteiro está vendo tudo.

Tentei me virar mas ele não deixou.

Senti sua mão percorrer minha barriga indo em direção ao meu sexo, seus dedos tocaram meu Clitóris me fazendo fechar os olhos, soltei um gemido quando senti seus dedos movimentarem deixando meu Clitóris rígido e minha boceta molhada, mordi meus lábios e gemi alto.

-VADIA!

Essas palavras me excitava mais.

-Hummm...hummm...Ahhh...

Meus gemidos eram intensos.

Cezar soltou meu corpo, pedindo para que virasse, afrouxou sua gravata e tirou sua calça ficando com os sapatos, olhou para mim que já sabia o que ele queria.

Ajoelhei a sua frente e antes de tocar naquele membro enorme e Grosso olhei bem nos seus olhos e delicadamente toquei naquele pau, passei minha língua bem na cabecinha sentindo sua umidade, desci minha língua por toda a extensão do seu pau depois o abocanhei, olhei para cima e lá estava ele me olhando com ar de malícia e tesão, chupava aquele pau com gosto, sentia meu sexo latejar enquanto o chupava, Cezar estava quase chegando ao clímax quando me pegou pelo braço e me colocou em cima do capô do carro, abriu minhas pernas e passou sua língua em seguida colocou seu pau todo dentro de mim, gemia enquanto me sentia preenchida por aquele pau ,gritava e pedia por mais, Cezar estocava com força enquanto segurava um de meus seios, meus músculos denunciavam meu orgasmo, enquanto ele continuava a estocar forte e mais forte, quando senti um arder no meu rosto devido a um tapa que recebi em seguida senti seu líquido quente me preencher, Cezar deixou seu corpo cair sobre o meu recuperando suas forças.

-VADIA!

Cezar falou enquanto colocava suas roupas, apenas o olhei e me vesti, trocamos mais alguns beijos e cada um foi para seu carro, ao sair me despedi do porteiro que me olhava com uma cara de safado, nem dei importância e fui embora.

No caminho celular vibra as uma mensagem do Cezar.

-Vadia me surpreenda amanhã.

Continua...


Anita G.
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sexta-feira, 14 de julho de 2017

A três


"Puta que pariu,fodeu!"
Esticando a mão ele se apresentou:
-Boa noite,sou Mário.Posso me sentar aqui?
-Olha cara,não quero confusão,já estou indo embora e...
-Calma.Relaxa...Disse Mário enquanto se sentava em frente á ele.
Nesse momento,a loira retornou,e se sentou do lado de André.
-Essa é minha esposa Renata.
Sem entender o que estava acontecendo,ele a olhou,e ela sorriu.
Começaram a conversar como se fosse uma situação normal,e apesar de achar estranho,André foi se soltando aos poucos. "Foda-se" ele pensou.
Mário tinha 36 anos,era magro,estatura média e se vestia de forma discreta e elegante.Renata tinha 30 loira,dona de um corpo escultural e uma boca carnuda era uma das mulheres mais lindas e gostosa que André já tinha visto.Ela usava um micro vestido preto,e um salto que a fazia se destacar ainda mais. Contaram que são casados há três anos e souberam que André,que tinha 25 anos,e era um negro lindo,alto e forte de 25 anos, solteiro sem filhos gostava muito de viajar, estava estudando pra alcançar seus objetivos profissionais.Logo o papo chegou no sexo,e começou a esquentar.
André deixou claro que vivia movido a sexo. Adorava viver novas experiências,porém não se apegava a ninguém. Ele fazia questão de ter sua liberdade pra fazer da sua vida o que quiser.
-Notei que você e minha mulher,estavam se olhando.
Ele ficou surpreso,e quando começou a responder,foi interrompido:
-Tudo bem,eu sei que é dificil resistir. Ainda mais,porque ela não facilita né? Ficou te encarando com essa cara de safada,ela não pode ver um novinho que já se assanha toda.
Mário piscou para a esposa,que sorria com cara de safada.
André estava confuso,sem saber o que pensar e ainda processando o que acabara de ouvir.
-Somos um casal liberal André. Adoramos dividir nossa cama com outros homens e mulheres. Já estamos nesse meio há algum tempo. Hoje era pra ser uma noite só nossa,mas assim que chegamos percebi que minha esposa se sentiu atraída por você.
André não podia acreditar no que estava acontecendo. Claro que ele sabia da existência de casais liberais,mas nunca tinha passado por essa situação. Pensava que abordagens como essa,aconteciam apenas em lugares próprios para putarias e orgias desse tipo,e não em um “lugar comum” como aquele.
Mas,já que estavam ali,porque não?! Conversaram um pouco sobre o mundo do swing e menage,o que o ajudou a desconstruir um pouco a imagem que ele tinha desse meio.
A conversa ficou quente e animada,quando eles começaram a relatar algumas de suas experiências,o que estava deixando André visívelmente excitado.
Até que Renata com uma voz doce e meiga,perguntou a Mário:
-Amor,posso?
-Ah mas você não se aguenta mesmo né? Pode sim amor...
No mesmo instante em que a autorização foi dada,Renata colocou a mão por baixo da mesa,bem em cima do pau de André que ja estava duro.
Ele olhou para Mário,que apenas bebericava sua bebida e observava sua reação.
-Ele já está pronto pra ir meu bem. Ela disse para o marido,sem parar de acariciá-lo.
Pediram a conta e pagaram a conta,e saíram excitados e animados em direção ao estacionamento.
No carro,André se entou no banco de trás,e Renata se sentou ao lado do marido que disse:
-Amor,que coisa feia! Sente-se la atrás com nosso convidado. Afinal,seu sei que você esta louca pra dar as boas vindas.
-Te amo meu amor! Renata beijou o marido e pulou pro banco de trás fazendo com que seu vestido subisse ainda mais,revelando que estava sem calcinha por baixo.
Mal começaram a se movimentar e Mário ouviu barulhos já conhecidos vindos do banco de trás. Ajustou o retrovisor e viu sua esposa sugando ávidamente o pau de André que era bem maior do que havia imaginado. André gemia e a segurava pelo cabelo.
-Amor,olha esse pau que delícia!grande e grosso do jeito que eu adoro.
Mário abriu a calça e colocou o pau duro pra fora,tentando se concentrar na direção. Entrou no primeiro motel que avistou,e quando estava pegando a chave,André anunciou:
-Ah,vou gozar! Vai sua cachorra,vou gozar na sua boca. E gemendo alto,esporrou na boca de Renata,que engoliu tudo e se levantou sorrindo satisfeita.
Mario sorriu,pegou a chave e se dirigiu pra suíte com o pau latejando de tesão.

Continua...

Cris.
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sábado, 8 de julho de 2017

Combinação Perfeita




Era uma manhã fria e preguiçosa de inverno. O celular despertou as 06:00 da manhã,e ela lutou contra a vontade quase que irresistível de ficar na cama,agradecendo intimamente por ser sexta-feira. Seguiu a rotina de sempre,e (como sempre)saiu atrasada pro trabalho.
O dia foi seguindo normalmente,até quando ela pegou o celular,e tinha uma mensagem dele: 
-Hoje to LOUCO pra FODER vc! Isso mesmo sem eufemismos,sem enrolação. E vc vai me servir sem reclamar,como a boa puta que é. 
Nesse momento,o diretor da empresa entra em sua sala,e a surpreende com o rosto corado pela sacanagem deliciosa que acabara de ler.
Certamente ele notou seus mamilos marcando sob a blusa de seda branca,pois estava olhando fixamente pro seu decote. Intimamente,ela reconheceu aquela massagem no ego que sentia toda vez que se via sendo desejada por alguém.
A "visita" na sala não tinha outra finalidade a não ser a de tornar aquela sexta-feira pequena demais pra quantidade de coisas a fazer. Ao final das recomendações,ele ja ia deixando a sala,quando se aproximou de sua mesa,e olhando fixamente em seus olhos disse:
-Deveria usar esta blusa mais vezes. Lhe cai muito bem.
-Ela sorriu,e se pôs a trabalhar,porém não se esquecia da mensagem recebida pouco antes.
Quando finalmente consegui terminar,viu que só faltava 10 minutos pro final do expediente. Pegou o celular e viu o que esperava: Novamente uma mensagem dele, passando o endereço e dizendo que a queria assim que saísse do trabalho.
Sorriu satisfeita,e correu pedindo pra um amigo segurar o elevador.
-Você deveria ser proibida de usar essa calça no trabalho. Ele disse enquanto a olhava com olhos famintos. Discretamente,se olhou no espelho e gostou do que viu. Aquela calça skinny ficava muito bem com as botas de salto grosso.
Ela tocou a campainha,e foi recebida com um delicioso beijo quente,que a permitiu sentir o quanto ele ansiava pela sua presença.
Tomou um banho gostoso e relaxante,e quando saiu usando uma lingerie branca que destacava ainda mais sua pele morena e um delicado hobby,ele a esperava na mesa de jantar,com seu prato predileto. Se alimentaram,e conversaram amenidades,até que ela percebeu que seus olhos mudaram e reconheceu aquele olhar. Era o olhar de "vou te comer" que ela tanto adorava.
A beijou nos lábios com gosto de vinho,enquanto suas mãos passeavam por seu corpo. Sua boca descendo pelo pescoço,até que chegou aos seios,onde ele delicadamente baixou o sutiã e começou a sugar seus mamilos da maneira que ela mais gostava. Alternava entre os seios,fazendo-a gemer de prazer. Até que,ali mesmo na cadeira ele colocou a pequena calcinha de lado,e literalmente caiu de boca em seus sexo úmido. 
Ah como ela amava aquela boca e a maneira com que ele a chupava. Ele conhecia e explorava cada milímetro como ninguém jamais havia feito.
Agora ela gemia alto e se contorcia,com aquele homem entre suas pernas. Até que explodiu num gozo intenso e desesperado,expelido seu néctar e lambuzando aquela boca habilidosa. Ele sorriu,a beijou e foi pra cama,enquanto ela ainda se recuperava. 
Ela tomou um gole do delicioso vinho,e ajustou a iluminação até ficar a meia luz. Conectou seu celular ao aparelho de som,e colocou um blues sensual e envolvente. Então,começou a dançar de forma provocante,enquanto tirava peça por peça do seu corpo. O desejo e a ansiedade nos olhos dele,a faziam se sentir sexy,desejada,e muito safada. Ja nua,ela se ajoelhou de frente pra ele,e olhando em seus olhos,passou a língua por toda a extensão daquele pau que já estava liberto e muito rígido. Abocanhou e sugou aquele membro que ela tanto amava,enquanto ele delirava de tesão,ele começou a foder sua boca,segurando-a pelos cabelos,então a puxou pra montar sobre ele. Ela deslizou a bucetinha molhada,sentindo-se preenchida por completo,e começou a cavalgar olhando nos olhos dele,enquanto ele dizia obscenidades deliciosas.
E foi assim que chegaram ao clímax praticamente juntos,em meio a gemidos,sussurros,tapas,e pedidos de mais e mais.
Então,ela deitou-se sobre o peito dele e ele a beijou na testa e disse: -Eu te amo.
Ela apenas sorriu e disse o mesmo. Ficaram assim por um tempo,até que ele disse: 
Bom,agora vamos nos arrumar e ir buscar nosso filhote que já to morrendo de saudades. 
E assim ela foi para casa com seu marido,pensando que mesmo depois de 10 anos,ele ainda é o homem que faz seu coração bater mais forte,e desperta seus desejos mais íntimos. 

Cris.





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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Amantes sem Limites(Parte 4)

Segunda-feira:

Acordei e fui para o banho não me demorei, coloquei um vestido preto bem justo e minha sandália preta de salto, arrumei o cabelo e passei uma maquiagem leve que usava todos os dias, fui até o quarto onde meu marido dormia e o beijei dando tchau.

Meu marido se chama Marcos, tem a mesma idade que eu 26 anos, branco, cabelos negros da cor dos olhos, trabalha num consultório de odontologia, estamos casados a 7 anos e tenho plena certeza que ele é apaixonado por mim, nosso relacionamento entrou na rotina, o que não tem me agradado, já não tem mais clima para sexo e nem diálogo, não vou dizer que ele é um marido ruim porque se falasse estaria mentindo, o problema é que nos tornamos mais amigos do que marido e mulher, ele não percebe isso.

Cheguei na empresa e estava com a impressão que todos me olhavam, fiquei com medo que percebessem que estava sem calcinha mas agi normalmente, cheguei a minha sala e meu chefe já foi falando.

-Júlia pegue suas coisas você vai ficar na mesma sala que Cezar e Victor.

Fiquei sem entender mas fui até minha nova sala, chegando lá tinha uma mesa do lado da porta onde ficava o antigo sofá, dessa mesa dava visão para as duas outras mesas a de Victor que ficava a minha frente e a de Cezar que ficava na parede lateral mas que dava para me ver perfeitamente.

-Bom dia meninos, fiquei sabendo que aqui vai ser minha sala.

Os dois me olharam de cima a baixo, senti o olhar de desejo daquele dois homens.

-Bom dia!

Respondeu Victor vindo até mim e me guiando para minha mesa.
-Obrigada Victor!

-Por nada princesa!

Victor falou me dando um beijo no canto da boca.

Olhei para Cezar e ele não me disse nada, apenas sorriu de canto da boca, o que já foi suficiente para me deixar molhada.

Já havia arrumado todas as minhas coisas na mesa e estava trabalhando, quando meu celular vibra.

-Gostou da sua nova sala vadia?

Era uma mensagem de Cezar, olhei para ele que me olhava me comendo com os olhos, acenei com a cabeça e voltei a trabalhar.

*Celular vibra*

-Está sem calcinha safada?

-Sim, estou!

-Quero ver!

-Está louco?

-Levante mais um pouco o vestido e abra as pernas!

Fiquei sem ação, aquilo de alguma forma me deixou excitada, não pensei muito e disfarçadamente levantei meu vestido e abri um pouco as pernas deixando a mostra meu sexo.

-Ah que delícia, depiladinha!

-Rsrsrs.

-olha o volume da minha calça!
Olhei por debaixo sua mesa e pude perceber a sua ereção.

-Vadia, faça algum barulho para atrair o olhar de Victor.

-Não, está maluco!

-Eu quero que você deixe ele louco.

Olhei para Victor ele estava concentrado, fiquei com receio de fazer e ao mesmo tempo com vergonha, mas aquele joguinho me excitava, então peguei a xícara de café que já estava vazia e dei um jeito de derruba-la em cima da minha mesa fazendo barulho, nesse momento Victor me olhou vendo completamente a minha boceta, ele se ajeitou na mesa e tentou disfarçar, eu não o olhava a continuava fazendo meu serviço fingindo que não tinha percebido que estava mostrando meu sexo.

Percebi que Victor estava desconfortável não sabia como agir diante da situação.

*Celular vibra*

-Porra gostosa, quero te comer!

-Estou molhada!

Disse olhando para Cezar dando uma piscadinha.

-Ele só pode ver, porque essa boceta é minha!

-Rsrs.

Ele estava me exibindo para Victor e eu estava gostando da ideia, não via a hora e ficar a sós com ele.

Olhei disfarçadamente para mesa de Victor e pude perceber o volume em sua calça, ele não parava de olhar o que me excitava ainda mais.
Ficamos o dia todo nesse joguinho, Victor olhava para minha boceta sem disfarçar e eu fingia que nada via, até conversava com ele como se nada estivesse acontecendo, tinha gostado de ficar exposta feito uma vitrine, só que essa ele só ia olhar.

Nosso expediente havia acabado, minha boceta pulsava de desejo, precisava ser preenchida, queria sentir os toque de Cezar, sentir cada pedaço daquele corpo.

Continua...

Beijinhos


Anita G.


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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Amantes sem limites(parte 3)

*Júlia *

Em minha mesa no RH me encontrava sozinha, era inevitável não pensar em Cezar, não conseguia me concentrar no serviço e me controlava para não ir até ele, já que tomei a melhor decisão de não procura-lo e nem me deixar levar pelo desejo.

-O que eu fiz, que loucura?!

Estava perdida em meus pensamentos, o sentimento de culpa me invadia, cada vez que pensava em Cezar sentia meu corpo arder de desejo mas ao mesmo tempo vinha a culpa que me corroía por dentro.

-Quem sou eu, em quem me tornei?

Não sabia de onde vinha tanto desejo, a necessidade e ser tocada por aquele homem me invadia, esse desejo era incontrolável e sempre queria mais e mais.

Evitei encontrar com Cezar a semana inteira, embora meu corpo pedisse por ele, meu sexo molhava só de lembrar daquele dia.

Sexta-feira dia em que todos da empresa saiam para o barzinho após o expediente, estava decidida não ir, mas Ana não parava de me encher falando para ir.

Decidi que iria mas não ficaria próxima de Cezar, o que houve no outro dia não iria se repetir, não poderia me deixar levar pelo desejo.

Ao sairmos todos estavam animados, mas eu estava tensa e sentia o olhar de Cezar me observando o que me deixava em chamas.

Chegando ao barzinho procurei um lugar à mesa distante de Cezar, fiquei ao lado de Victor estávamos conversando, as vezes meu olhar se encontrava com o de Cezar mas disfarçava e não ficava encarando-o, quando Victor aproximou-se e falou ao meu ouvido.

-Quer sair comigo gata?
Por mais que esperasse polo convite fiquei sem reação, e não respondi, sabia que Victor chamava todas para sair mas não esperava que faria aquilo ali tão perto de Cezar.

Victor me chamou várias vezes para dançar, sempre recusava os convites, mas Victor era incansável, até que empurrei Ana para dançar com ele e só assim ele me deixou em paz.

Cezar não estava gostando das atitudes de Victor comigo e me olhava diferente estava bravo, estava nítido em seu olhar o ciúmes que sentia, eu não conseguia encara-lo.

"-Ai meu Deus o que eu fiz?"

Me perguntava sem parar.

Toda vez que olhava para Cezar ele estava olhando também, mas com um olhar bravo, o que me deixava molhada pois só de imaginar seus toques já era suficiente.

Bebi mais um pouco e fui até o banheiro fazer uma ligação, não percebi que Cezar estava vindo atrás de mim e no meio do caminho já fiz a ligação.

-Amor, estou com alguns amigos, mas não vou demorar para ir embora.

Conversei com meu marido até chegar ao banheiro, quando entrei fechando a porta mas antes que conseguisse trancar senti uma mão empurrando a porta, levei um susto, mas vi que era Cezar e o deixei entrar.

-Cezar ficou maluco?

Alguém pode ter visto você entrando aqui.

Cezar me olhava com ódio, não sabia o que fazer, pois ele estava fora de si.
-Cezar o que você tem, calma?!

Cezar me olhou nos olhos e disse em tom de fúria.
-Amor?

Nesse momento sabia que ele havia escutado minha conversa, fiquei sem ação tentei pedir desculpas mas ele me olhava bravo, estava fora de si.

Fiquei com medo, mas não sabia o que fazer.

-Cezar desculpa, não teve como te contar antes, foi tudo tão rápido.

-Rápido, Victor ainda fez piadinha aquele dia no restaurante você não lembra?

Cezar falou levantando uma de suas mãos e gesticulando.

-Sim,Mass...

Respondi lembrando desse dia “-Espero que não seja casada". Eu poderia ter falado que era, mas nem dei importância ao que ele disse e não sabia o quanto poderia me envolver com Cezar.

-Desculpa?

Falei sussurrando.

Cezar me segurou pela cintura puxando meu corpo contra o seu me dando um beijo de tirar o fôlego, suas mãos deslizavam rápido pelo meu corpo, sentia seu membro pulsar na minha cintura.

-VADIA!

Cezar falou enquanto levantava meu vestido e tirava minha calcinha.

-Cachorra, safada!

Aquelas palavras me excitava, meu sexo estava molhado, sentia seus dedos invadir meu sexo, seus lábios passeando pelos meus seios, gemia de tesão, aquelas mãos fortes me tocando, seus dedos me invadindo me deixava louca.

Cezar me virou de costas, abriu sua calça e roçou seu membro na minha bunda, desceu até meu sexo e o penetrou de uma só vez me fazendo dar um grito, tirou seu membro do meu sexo e colocou na entrada do meu anelzinho, forçou, tirou, colocou na minha vagina tirou e colocou no meu anelzinho de uma só vez me fazendo gritar.

-Minha putinha!

-Fala que você é minha putinha!

Cezar falava enquanto estocava forte.

-Sou sua putaaa.

Falei enquanto rebolava naquele pau, sentia ele todo dentro de mim, gritava de prazer.

Meu corpo estava denunciando meu orgasmo quando Cezar tirou seu pau do meu anelzinho e colocou na minha vagina, estocou mais algumas vezes tirou e me fez ajoelhar ,naquele banheiro pequeno, colocou seu pau em minha boca e me fez chupar algumas vezes, ele tirou novamente me pegou me colocando de costas, colocou novamente seu pau no meu sexo e me fodia com força cada vez mais rápido, meu corpo se contorcia de prazer, tirou seu pau de dentro de mim me colocando de joelho e jorrando aquele líquido quente no meu rosto.

Fiquei por um tempo recuperando o fôlego, quando percebi que Cezar já arrumava sua calça, olhei pra ele e ele ainda tinha um olhar de ódio em seu rosto, fiquei confusa e nada disse, limpei meu rosto, arrumei meu vestido colocando minha calcinha quando ele foi saindo e disse.

-Segunda vai trabalhar sem calcinha, minha vadia.
Fiquei ofendida com as palavras mas confesso que gostei, aquele sexo perigoso me excitava.

Depois de alguns minutos voltei para mesa e vi que Cezar não estava lá, ninguém desconfiou de nada que havia acontecido no banheiro, fiquei por um tempo e logo fui embora.

No caminho pensava em tudo que houve, ainda me sentia culpada, mas o prazer que aquele homem me proporcionava me deixa fora de mim.


Continua...

Beijinhos 

Anita G. 
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