quinta-feira, 14 de agosto de 2014

O Amigo do papai

Eu tinha 17 anos quando Marcelo se mudou pro condomínio onde morávamos. Logo, ele e meu pai se tornaram amigos, e ele passou a frequentar a nossa casa junto com sua esposa Lucia,e sua filha de 4 anos.
Marcelo tinha 35 anos, era branco, queimado de sol, cabelos castanhos, sempre despenteados, usava uma barba cerrada que destacava ainda mais seus lábios grossos, e tinha lindos olhos negros. Meu desejo por ele foi imediato, pena que não foi correspondido. Ele se dirigia a mim com muito respeito,e não demonstrava nenhum interesse.
Conquistar o Marcelo então,se tornou um desafio pra mim. E eu adorava esse tipo de desafio.
Eu sempre tive corpão,as pessoas sempre pensavam que eu tinha mais idade por isso, e apesar da pouca idade, eu ja era bem danadinha. Descobri minha sexualidade bem cedo. Primeiro sozinha, depois tive alguns amassos com namoradinhos, e com 16 perdi a virgindade. Desde que percebi que eu era capaz de conquistar homens mais velhos, esse se tornou meu hobby. Principalmente se eles fossem casados. Esse "detalhe" me dava muito tesão. Eu adorava ver aquele olhar de desejo,perceber aquele tesão disfarçado. Adorava me insinuar, provocar, me divertia fazendo isso. Apesar do jogo de conquista,fui pra cama apenas com um deles. Mas, com o Marcelo eu queria. Queria tudo. Precisava transar com aquele homem.
Recebi uma ajuda e tanto do destino quando acordei num sábado de manhã, e não tinha ninguém em casa, pois meus pais haviam ido até o centro da cidade resolver algumas coisas.
Como tinha acabado de levantar, eu usava apenas um baby doll branco de seda, com detalhes em rosa, que ficava um pouco transparente no corpo.
A campainha tocou e eu fui atender pensando ser uma tia que estava pra chegar, então nem troquei a roupa e fui abrir a porta. E me deparei com Marcelo usando regatta branca, e jeans surrado.ele estava natural e incrivelmente sexy.
-Oi menina. (Era assim que ele carinhosamente me chamava) seu pai me pediu pra dar um jeito na pia da cozinha.
Dessa vez, notei que ele me olhou da cabeça aos pés, mas logo retomou seu jeito habitual.
Deixei ele entrar, e o segui. Ele se ajeitou ali, mexeu em algumas coisas, sempre conversando coisas triviais. Até que ele me pediu pra pegar algo que eu não imaginava onde estava. Peguei uma cadeira e subi pra procurar nos armários; me virei derrepente e o flagrei olhando o meu bumbum dentro do minúsculo shorts transparente. Era totalmente notável que eu não usava calcinha. Ele desviou o olhar, e se aproximou, afinal, ele era bem alto, e pôde ver se era aquilo que precisava. E naquele momento, pela primeira vez, os nossos olhares se encontraram.
Ele retornou ao que estava fazendo porém, agora mais calado.
Ele começou a mexer na torneira da pia, e me pediu pra pegar uma ferramenta e levar pra ele. Eu entreguei, e ele me pediu pra ficar ali perto, segurando uma fita que ele usaria em seguida. Foi então que o cano estourou, e esguichou água por toda a cozinha, inclusive em nós
Rapidamente ele fechou o registro, e eu comecei a praguejar, porque eu estava toda molhada,e por causa da bagunça. Olhei pra ele, e vi que ele olhava diretamente para os meus seios. Notei que meus mamilos estavam enrijecidos marcando sob o tecido agora transparente. Ele se aproximou, me olhou nos olhos, e me perguntou se eu estava com frio. Eu disse que não sabia. Rs. Ele me pediu pra ajudar a tirar a regatta molhada, o que fiz enquanto admirava aquele peitoral definido.
-Eu acho melhor você tirar essa roupa menina.

Disse isso, enquanto passava um dedo sob a alça da camisetinha que eu usava. E então, eu vi o brilho no olhar dele. Aquele brilho. Marcelo me puxou para ele,e me deu um beijo molhado e intenso,enquanto uma mão me segurava pela nuca,a outra foi diretamente pra um dos meus seios. A química foi imediata! Ele me segurava forte,e pressionava o corpo dele contra o meu,me fazendo sentir que já estava excitado.
Ouvi o barulho do carro dos meus pais,e me soltei dos braços dele. Ele me olhava sério,estava ofegante,visivelmente perturbado. Eu dei um sorriso safado pra ele,e subi correndo pro meu quarto.
Eu sentia uma leve ardência no meu rosto,por causa da barba por fazer,e um fogo devastador tomava conta do meu corpo. O que foi aquilo? Que pegada foi aquela? Eu queria mais. Me lembrei que meu pai havia marcado um churrasco pro domingo com nossa família,e claro,o Marcelo estaria presente. Estava na hora de partir pro ataque.


Cris.

2 comentários:

  1. Seu blog é delicioso, impossível não viajar nos seus contos e ficar com tesão ao ler. bjos

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  2. Depois do que acabei de ler... imagino como fopi esse ataque... bombástico de certeza

    Gostei do conto

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