sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Epítome de uma Distância


Não pares!
Perde-Te no momento, mesmo quando o administras… e ministras. Não paralises. Não Te detenhas no feitiço dos suspiros que Ela desenha no ar. Corta-lhe o ar. Mão na sua garganta. Espreme! Trata de obstruir essa traqueia. Aperta. Não penses. Pausa. Inspira. Continua. Não pares! A venda agita-se. Os olhos dEla mexem-se mesmo sem conseguirem ver. Aprecia-o. Aprecia-A. Estima-A. Fotografa com os Teus olhos o instante em que Ela abre os lábios. Agora mexe-te! Desce a mão. Afasta-lhe as coxas. Invade-A. Clama-A. Quando comprimir as coxas como uma ostra, emprega o ensejo como algo proveitoso. É cooperação. Investe os dedos. Tecla-lhe gemidos. Contempla como se contorce. Silencia-A… com a boca. Numa colisão trapalhona de dentes. Ri, mas garante que o riso expira nesse beijo. Olhos bem despertos. Os dEla esvaecidos. Ela agarra-se à tua boca como se fosse a última coisa do seu mundo… o derradeiro elo tangível. És um deus para Ela. O destino dEla pertence-Te. Pequena Morte? Grande Morte? Corta-lhe novamente o ar. Afunda-lhe o polegar na traqueia. Atenta no seu rosto. Espera... Espera... Espera... Agora liberta-A. Ela engasga-se. Beija-A. Que o ar lhe ateste os pulmões. O teu Ar. Ela tosse por um breve instante. Afasta-te um pouco. Mas não lhe deixes tomar fôlego. Atira-A para o chão. Para o teu chão. Ela tropeça. A forma como o seu ombro bate no chão sacode-te um pouco, mas tens noção que Ela prezará a equimose. Ela não pensa em dor neste momento. Ela não pensa em todas as formas que empregaste para lhe contundir… para lhe deixar o fardo de deliciosos brasões que terá de carregar. Ela não pensa. Tu não pensas. Agora não há lugar para hesitações. Nem reflexões. Perde a tua mão num punhado dos seus cabelos. Sente o emaranhado em cada nó dos teus dedos. Puxa-a e hospeda os teus lábios no seu ouvido…

«Quero rasgar a Tua carne e fazer do Teu âmago o meu Lar. Quero foder-Te até perder a visão e ficar em pé de igualdade com essa venda. Quero fazer dos Teus suspiros a candeia que alumiará o meu Caminho até Casa.»

Sentirás as palavras voando através dos dentes e por uma fração de tempo, não te reconhecerás.

Não pares!


Texto originalmente escrito pelo poeta Eros. Convido todos a conhecer Suspiros de Libido,e se encantar,se maravilhar,se apaixonar,e desfrutar das obras desse grande escritor.

Beijos,Cris.
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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O Amigo do papai (Final)


Finalmente o domingo chegou. Eu quase não havia dormido na noite anterior. Eu só conseguia pensar no que aconteceu naquela manhã. Foi difícil disfarçar a ansiedade.  Por sorte, a casa estava cheia com tios e primos. Minha tia Sara me levou um lindo biquíni de presente,vermelho com detalhes dourados. 
A parte de baixo era minúscula, e a parte de cima modelo cortininha ficava certinho sob meus seios. Apesar dos protestos de papai, mamãe o convenceu a me deixar usá-lo afinal,estávamos em família.
Fomos todos para a piscina, e logo, Marcelo chegou com a família. Percebi com satisfação seu olhar discretamente percorrendo meu corpo. Ele mal me encarava,quase não falou comigo, muito menos fez as habituais brincadeiras. Vez ou outra nossos olhares se cruzavam nas brincadeiras dentro da água.
Até que vi quando papai pediu pra ele pegar carvão na dispensa. Discretamente eu fui até lá, e ele não demonstrou surpresa nenhuma ao me ver ali.
-Eu sabia que você viria.
-Porque você tá fugindo de mim?
-Menina... aquilo foi loucura.
-Vai dizer que você não gostou, e que não ficou pensando.
Falei isso enquanto me aproximava dele.
-Você sabe que me deixou perturbado, mas não podemos seguir com isso, é loucura eu sou casado, amigo do seu pai, e você ainda é uma menina.
Me aproximei o máximo possivel,encostando nossos corpos, e disse sussurando,olhando em seus olhos e boca:
-Ok, acho que voce tem mesmo razão. Levar isso adiante vai ser loucura, já que só de me imaginar com você meu corpo queima.
Falei isso, e me virei de costas como quem vai sair de perto mas encostei meu bumbum no corpo dele.
-Imagina só Marcelo, a loucura que seria nós dois juntos.
Ele subitamente me empurrou pra dentro do banheirinho que tinha na dispensa,fechou a porta e me pressionou na parede me beijando com vontade, enquanto suas mãos percorriam meu corpo, começou a passar a língua pelos meus mamilos, e sugar delicadamente, colocou a mão por dentro do biquíni, notando que eu já estava molhada.
Brincou um pouco com meu clitóris, e colocou um dedo em mim, me fazendo gemer.
- Sua safadinha! Eu sei muito bem o que você quer.
Ele abriu a bermuda, e eu me ajoelhei na frente dele. A sunga preta ocultava um membro grande e grosso. passei minha língua por toda a extensão, ainda por cima do tecido, e ele gemeu.
Impaciente, ele abaixpu a sunga, e eu vi aquele penis rigido saltar ma minha frente.
-Chupa sua vadiazinha.
Coloquei o que consegui daquele pênis na minha boca, e chupei com vontade.
Foi quando ouvimos batidas na porta, e a voz de papai dizendo que Lúcia precisava falar com Marcelo. Ele praguejou baixinho, me beijou e disse que estaria a minha espera naquela mesma noite na casa dele, ja que sua esposa iria dormir na casa da mãe.
A noite estava fresca,eu coloquei um vestido branco curto e soltinho. Saí de casa usando apenas ele, dizendo que iria ao cinema com as amigas.
Entrei na chacara dele pelos fundos, pra não ser vista por ninguém, e o vi me esperando na varanda. Usava regatta preta, e shorts branco.
Eu entrei, e ele ja foi logo me agarrando. Pulei no colo dele,e encaixei minhas pernas na cintura, vendo a cara de safado que ele fez quando percebeu que eu estava sem calcinha. Sua ereção foi imediata,e ele começou a me beijar com volúpia.
-Olha o que vc faz comigo menina ta sentindo? Ele está duro assim por você. Tô louco pra comer você!
Me levou para um quarto que não era o dele me colocou na cama, tirou meu vestido, e a roupa dele, e se deitou sobre mim. Nos beijamos muito esfregando nossos corpos, ele foi descendo pelo meu corpo,me beijando, me chupando, até que chegou no meu clitóris. Alternava entre lambidas e sugadas, enquanto colocava um dedo dentro de mim.
-Goza pra mim sua danadinha. Quero ver você gozar na minha boca.
Eu nunca havia sido chupada daquela maneira, e não conseguia conter os gemidos. gozei intensamente,e ele só tirou a boca quando os espasmos do meu corpo se acalmaram.
Ele me beijou e se deitou a o meu lado, me colocando por cima dele.
Encaixei seu pênis em mim, e fui deslizando devagar. Ele segurou nos meus seios, e disse:
-Vai sua putinha, quero ver você cavalgando gostoso safada!
Prontamente obedeci, e logo ele gozou. Transamos até o começo da madrugada, e continuamos até eu começar a namorar quase um ano depois.
Ele continuou frequentando a minha casa, e ninguém nunca soube de nada. 
Ele era apenas o amigo do papai.

Cris.
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

O Amigo do papai

Eu tinha 17 anos quando Marcelo se mudou pro condomínio onde morávamos. Logo, ele e meu pai se tornaram amigos, e ele passou a frequentar a nossa casa junto com sua esposa Lucia,e sua filha de 4 anos.
Marcelo tinha 35 anos, era branco, queimado de sol, cabelos castanhos, sempre despenteados, usava uma barba cerrada que destacava ainda mais seus lábios grossos, e tinha lindos olhos negros. Meu desejo por ele foi imediato, pena que não foi correspondido. Ele se dirigia a mim com muito respeito,e não demonstrava nenhum interesse.
Conquistar o Marcelo então,se tornou um desafio pra mim. E eu adorava esse tipo de desafio.
Eu sempre tive corpão,as pessoas sempre pensavam que eu tinha mais idade por isso, e apesar da pouca idade, eu ja era bem danadinha. Descobri minha sexualidade bem cedo. Primeiro sozinha, depois tive alguns amassos com namoradinhos, e com 16 perdi a virgindade. Desde que percebi que eu era capaz de conquistar homens mais velhos, esse se tornou meu hobby. Principalmente se eles fossem casados. Esse "detalhe" me dava muito tesão. Eu adorava ver aquele olhar de desejo,perceber aquele tesão disfarçado. Adorava me insinuar, provocar, me divertia fazendo isso. Apesar do jogo de conquista,fui pra cama apenas com um deles. Mas, com o Marcelo eu queria. Queria tudo. Precisava transar com aquele homem.
Recebi uma ajuda e tanto do destino quando acordei num sábado de manhã, e não tinha ninguém em casa, pois meus pais haviam ido até o centro da cidade resolver algumas coisas.
Como tinha acabado a e levantar, eu usava apenas um baby doll branco de seda, com detalhes em rosa, que ficava um pouco transparente no corpo.
A campainha tocou e eu fui atender pensando ser uma tia que estava pra chegar, então nem troquei a roupa e fui abrir a porta. E me deparei com Marcelo usando regatta branca, e jeans surrado.ele estava natural e incrivelmente sexy.
-Oi menina. (Era assim que ele carinhosamente me chamava) seu pai me pediu pra dar um jeito na pia da cozinha.
Dessa vez, notei que ele me olhou da cabeça aos pés, mas logo retomou seu jeito habitual.
Deixei ele entrar, e o segui. Ele se ajeitou ali, mexeu em algumas coisas, sempre conversando coisas triviais. Até que ele me pediu pra pegar algo que eu não imaginava onde estava. Peguei uma cadeira e subi pra procurar nos armários; me virei derrepente e o flagrei olhando o meu bumbum dentro do minúsculo shorts transparente. Era totalmente notável que eu não usava calcinha. Ele desviou o olhar, e se aproximou, afinal, ele era bem alto, e pôde ver se era aquilo que precisava. E naquele momento, pela primeira vez, os nossos olhares se encontraram.
Ele retornou ao que estava fazendo porém, agora mais calado.
Ele começou a mexer na torneira da pia, e me pediu pra pegar uma ferramenta e levar pra ele. Eu entreguei, e ele me pediu pra ficar ali perto, segurando uma fita que ele usaria em seguida. Foi então que o cano estourou, e esguichou água por toda a cozinha, inclusive em nós
Rapidamente ele fechou o registro, e eu comecei a praguejar, porque eu estava toda molhada,e por causa da bagunça. Olhei pra ele, e vi que ele olhava diretamente para os meus seios. Notei que meus mamilos estavam enrijecidos marcando sob o tecido agora transparente. Ele se aproximou, me olhou nos olhos, e me perguntou se eu estava com frio. Eu disse que não sabia. Rs. Ele me pediu pra ajudar a tirar a regatta molhada, o que fiz enquanto admirava aquele peitoral definido.
-Eu acho melhor você tirar essa roupa menina.

Disse isso, enquanto passava um dedo sob a alça da camisetinha que eu usava. E então, eu vi o brilho no olhar dele. Aquele brilho. Marcelo me puxou para ele,e me deu um beijo molhado e intenso,enquanto uma mão me segurava pela nuca,a outra foi diretamente pra um dos meus seios. A química foi imediata! Ele me segurava forte,e pressionava o corpo dele contra o meu,me fazendo sentir que já estava excitado.
Ouvi o barulho do carro dos meus pais,e me soltei dos braços dele. Ele me olhava sério,estava ofegante,visivelmente perturbado. Eu dei um sorriso safado pra ele,e subi correndo pro meu quarto.
Eu sentia uma leve ardência no meu rosto,por causa da barba por fazer,e um fogo devastador tomava conta do meu corpo. O que foi aquilo? Que pegada foi aquela? Eu queria mais. Me lembrei que meu pai havia marcado um churrasco pro domingo com nossa família,e claro,o Marcelo estaria presente. Estava na hora de partir pro ataque.


Cris.
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Quebrando a rotina


Quando decidi me casar, todos me alertaram de que nem tudo seriam rosas. De que uma hora ou outra,meu casamento cairia na rotina. Eu estava disposta a fazer diferente e provar pra todos que o casamento poderia sim, ser divertido. Estava disposta a inovar sempre,e manter a chama do desejo acesa entre nós.
Os primeiros anos foram os melhores da minha vida. Porém,depois de 7 anos, me vejo mergulhada na rotina. Quando nosso filho nasceu,abri mão da vida profissional,e hoje,aos 26 anos,vivo para lavar,passar,cozinhar,e cuidar de casa,filho e marido.
O tão sonhado casamento perfeito,tornou-se uma rotina massante.Hoje em dia já não somos mais os mesmos amantes de tempos atrás,e ele diz que a culpa de tudo isso é minha.Confesso que,o passar dos anos e a experiência da maternidade me trouxe alguns quilos a mais. mas,se tem uma coisa que eu nunca perdi,é o desejo. Ah,esse ainda arde em mim,com toda sua intensidade.
Meu marido já não me enxerga mais há um tempo. Nossa vida sexual,praticamente não existe mais,e quando se faz presente é de má qualidade. Ele faz questão de deixar claro que faz por obrigação. Sempre me diz que não sou mais a mesma na cama.Apesar de tudo,sempre permaneci fiel ao meu esposo.
As vezes me pergunto,será que sou assim,tão desinteressante? Eu percebo os olhares que os homens dirigem a mim nas ruas. Mesmo com  minhas formas arredondadas. Acho que só ele não me enxerga.
Naquela manhã de primavera,acordei,fiz café,ele saiu de casa sem ao menos me dar um beijo (isso já era rotina),Coloquei meu filho na na van da escolinha,e fui comprar algumas frutas e legumes na feira.
Escolhendo as frutas,percebi que era observada. Ergui meus olhos,e estes deram de frente com um belo par de olhos verdes.Era Diego. Diego era filho do dono da barraca.30 anos,moreno,alto,corpo definido,devido ao esforço diário,e um sorriso capaz de me desestabilizar.Sempre foi brincalhão,nunca escondeu o seu interesse em mim,e vivia me dizendo que eu estava perdendo tempo ao lado do meu marido.Eu sempre levava com bom humor,e confesso que fazia um bem enorme ao meu ego,ser galanteada por aquele homem maravilhoso. Confesso também,que,de um tempo pra cá,Diego vem habitando meus sonhos e fantasias mais íntimas. Ah se ele soubesse o que já fizemos em meus pensamentos e sonhos. rsrs...
Ao terminar de fazer as compras, como ja era de costume,Diego se ofereceu para me ajudar a levar para casa. Eu aceitei de pronto,já que as sacolas estavam mesmo pesadas.
Ao chegar em casa,ele me pediu um copo de água.Me virei,e ergui o corpo pra pegar um copo no armário, o que fez meu vestido subir um pouco,mostrando mais do que devia. Foi quando senti as mãos dele na minha cintura. Me virei,assustada,eu realmente não esperava.
-Diego,o que você esta fazendo?
-Ah,minha morena (ele sempre me chamou assim,e eu sempre adorei) eu não consigo mais resistir,estou louco por você.
-Eu não posso!Sou casada,isso é uma loucura,imagina só se ele cheg...
Antes que eu pudesse terminar a frase,ele me beijou com vontade,transmitindo todo o desejo que estava sentindo. Me olhou nos olhos,com os dele agora ainda mais verdes,e colou seu corpo no meu. Eu senti um volume entre minhas pernas.
-Olha só como você me deixa morena.
Eu não conseguia mais resistir,não queria mais. Sem pensar em mais nada,decidi me entregar.Sorri pra ele,em sinal de aprovação.Ao meu sinal verde,Diego me beijou novamente,com mais vontade,e senti suas mãos por baixo do meu vestido,apertando minha bunda,enquanto beijava meu pescoço,e sussurrava o quanto me desejava,o quanto eu era gostosa.
Tirou a regata,e também o meu vestido,desfez meu rabo de cavalo, e eu o arrastei pra sala. Eu mal podia acreditar no que estava acontecendo ali.Eu somente de calcinha,e aquele homem sentado no meu sofá masturbando aquele pênis grande e grosso,enquanto me dizia besteiras com a expressão mais safada.
Me sentei sobre ele,e comecei a beijá-lo,enquanto ele me acariciava e me apertava,eu rebolava sentindo aquele membro duro na minha calcinha molhada,enquanto ele beijava e chupava meus seios.
Colocou minha calcinha de lado,eu me ajeitei,e sentei sobre ele,sentindo aquele pau duro me invadindo.O gemido dele me fez estremecer.Cavalguei com vontade me deliciando,incentivada por suas palavras obscenas.Eu não conseguia conter os gemidos,e logo gozei. Meu corpo caiu sobre o dele,que me segurou forte pela cintura,e fez o movimento rápido,forte,até que explodiu num gozo intenso.
Foi uma transa rápida e deliciosa. Depois que ele foi embora,me surpreendi ao notar que eu não me sentia culpada,pelo contrário,eu me sentia muito bem.
Recuperei minha auto estima,voltei a me cuidar,e me sentir sexy novamente,me desfiz daquele casamento que não me acrescentava em nada,e hoje sou dona da minha vida. o Diego? Ainda transamos ocasionalmente,e fica mais gostoso a cada dia que passa. rsrs


Cris.

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