sábado, 10 de dezembro de 2016

Descarada (Parte 1)


-Cachorra! Chupa!

 Victor falava enquanto segurava meus cabelos empurrando minha cabeça contra seu pau.

*Uma semana antes*

-Anita você viu aquele contrato que estamos fechando?

-Victor está na última gaveta da sua mesa.

Falei revirando os olhos voltando a trabalhar no meu computador.

-ANITA!

-Oi Victor?

Respondi já irritada, Victor estava insuportável.

-Não os encontro, você pode pegar pra mim?!

Falou num tom irônico.

Respirei fundo, levantando arrumando minha mini saia a fui até sua mesa, abaixei deixando minhas pernas alongadas, senti que nesse momento ele ficou olhando, enrolei um pouco para pegar a pasta com os documentos.

-Victor aqui está! Agora posso trabalhar?

-Claro Anita!

Me virei a sai andando, quando eu ouvi ele resmungar.

-Essa Anita não abaixa a cabeça!

Olhei para trás encarando e me virei voltando a trabalhar novamente.

Aquele dia como o resto da semana passou voando e foi uma semana estressante.

-Bom dia Anita!

Victor falava com um sorriso encantador, ele era muito lindo moreno, alto, sempre bem arrumado e barba feita.

-Ah, bom dia Victor!

Falei com uma voz doce enquanto olhava para ele dando uma piscadinha.  

-Anita, Anita adoro quando está de bom humor.

Falou me dando um beijinho no rosto.

-Digo o mesmo, seu bom humor me dá ideias.

Aquela manhã passou voando tudo calmo, quase na hora do almoço fui até a sua mesa.

-Victor, estava pensando...

Falei sentando sobre a mesa e pegando ele pela gravata trazendo até mim.

-Estava pensando é?

Ele falava com sua boca bem próxima a minha.

-Tivemos um semana tão agitada, queria relaxar um pouco.

Falava em seu ouvido, enquanto sentia o cheiro do seu perfume.

Victor segurou forte meu cabelo e me deu um beijo cheio e tesão, levantou-se, encaixou seu corpo entre minhas coxas e continuou a me beijar descendo pelo meu pescoço, desamarrou o nó do meu vestido atrás do meu pescoço, meus seios ficaram a mostra ele passava suas mãos, meu corpo em chamas, minhas mãos passeavam pelas suas costas, ombros apertando e arranhando de leve.

Sua língua passou em volta de um dos meus mamilos rígidos em círculo em seguida passou no outro, mordiscou de leve, chupou com gosto cada um deles, fazendo meu corpo arrepiar.

Abri os botões de sua camisa deixando a mostra seu abdômen, deslizei minhas mãos até mais abaixo podendo sentir seu pau duro, peguei nele com vontade enquanto Victor sugava meus seios, beijava meu pescoço.
-Cachorra, sei bem o que você quer!

Continua...

Beijinhos


Anita G.
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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Tesão

-Ai meu Deus,que vento forte, está bagunçando todo meu cabelo!

Falava enquanto tirava os cabelos do rosto,dando gargalhadas com Dante.

-Vamos corre pra dentro Anita!

Mal entramos para dentro da casa e a chuva começou a cair lá fora, paramos em frente à janela e ficamos observando a chuva.

-Anita que lugar lindo, não poderíamos ter escolhido lugar melhor que essa fazenda.

Olhei fixamente para seus olhos e o abracei, suas mãos passeava pelos meus cabelos enquanto olhávamos a chuva.

Dante me pegou no colo me levando até um grande sofá que tinha naquela sala,me colocou sobre ele e ficou me olhando bem tarado.

O que me deixava doida ver aquele olhar sobre mim,sentia um tesão enorme por ele,queria ser tocada,sentir seu corpo,gosto,cheiro,ter ele entre minhas pernas me proporcionando prazer enquanto retribuo.

Aquela chuva me fazia lembrar de como nos conhecemos naquela tarde de chuva,aquele dia que jamais iria esquecer,pois depois daquele dia minha vida teve mais emoção,tesão e prazer,MUITO PRAZER .

-Anita com essa chuva só consigo pensar em uma única coisa!

-No que você está pensando?

Falava com um sorriso malicioso mordendo a parte inferior dos lábios.

-Sua safada! Você sabe muito bem o que quero!

Seu corpo sobre meu, beijos ardentes, mãos percorrendo meu corpo e as minhas percorrendo o dele, calor, tesão.

Já estávamos praticamente sem roupas, me ajoelhei no chão ficando entre suas pernas, terminei de retirar sua cueca.

-Ahhh...que lindo!

Segurei com uma mão aquele pau passando a língua bem na cabecinha, deslizei minha língua até a base voltei lambendo até chegar na cabecinha, coloquei ele todo na boca chupando com gosto, enquanto uma de minhas mãos brincavam com suas bolas, chupava com gosto aquele pau enquanto olhava bem nos seus olhos, Dante gemia ao sentir minha boca devorar seu pau com gula.

Ele então levantou num gesto rápido,me colocou de quatro naquele sofá, suas mãos deslizaram pelas minhas costas até chegar na minha bunda, retirou minha calcinha deixando minha boceta lisinha a mostra,deu um tapa na minha bunda beijou minhas nádegas, abriu minhas pernas e começou a lamber minha boceta sem pudor, chupava meu grelinho com gosto me fazendo rebolar em sua boca.

-Arrhh Dante isso chupa, hummm que delícia.

Sentia minha boceta latejar de tanta vontade de ser penetrada, ela estava completamente molhada quando ele colocou dois dedos dentro dela e começou a estocar enquanto chupava meu grelinho.

-Sua safada!

Dante colocou seu pau na entradinha da minha boceta e foi colocando devagar até entrar completamente, ele segurou meus cabelos me puxando para trás e me deu um beijo na boca e começou a estocar com forca na minha bocetinha, sentia ele completamente dentro de mim, minha boceta bem lubrificada facilitava o entra e sai cada vez mais rápido.

-Ahhhh...seu cachorro me fode vai!

Minha respiração ofegante, meus gemidos cada vez mais alto estava completamente louca enquanto rebolava gostoso naquele pau.

Dante retirou seu pau da minha boceta e voltou a chupa-la com gosto, sentou no sofá e me puxou para o seu colo me fazendo sentar com tudo naquele pau que entrou por completo na minha boceta me fazendo delirar, dei uma rebolada e comecei a cavalgar bem gostoso e rápido, seus lábios sugavam meus seios enquanto suas mãos seguravam minha bunda abrindo ela e me ajudando a cavalgar.

-Isso minha putinha senta com gosto vai!

 -Hum Dante que deliciaaaaaaa!

Meus gemidos e gritos eram bem mais intensos anunciando meu gozo, enquanto cavalgava rápido e com forca naquele cassete maravilhoso.

-Dante vou gozar,hummm ahhhh!

Senti meu corpo estremecer gozando, minha boceta mordiscava o seu pau enquanto continuava a cavalgar, Dante me segurou pela cintura aumentando suas estocadas.

-Vou te encher de porra minha putinha!

Senti seu pau pulsar dentro de mim e um liquido quente me invadir, meu corpo contra o seu, debrucei abraçando ele ainda com seu pau entro de mim, recuperando o folego.

Depois de um tempo sai de cima dele e fui para o banho, pois sabia que teria um longo final de semana de chuva naquela fazenda.

Dedico esse conto a uma pessoas muito especial Dante Gavazzoni.


Anita G.



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domingo, 10 de abril de 2016

Encontro inesperado (Final)

 -Chegamos!

Dante falava com um sorriso no rosto, enquanto saia do carro vindo em direção a porta do passageiro, abriu a porta estendo-me as mãos, sai do carro terminando de colocar meu vestido.

-Onde estamos Dante?

Dante não me respondeu, ainda segurando minhas mãos me levou para dentro da casa me encostando na parede me beijou com intensidade, nossas línguas num ritmo perfeito, suas mãos deslizando pelas minhas coxas, seus lábios desciam pelo meu pescoço um arrepio tomou meu corpo deixando ele em chamas.

-Dante...Ainnnn...

Num gesto rápido me virou para parede ficando de costas pra ele, senti suas mãos no meu pescoço, ele me encoxou fazendo sentir seu membro duro na minha bunda, sua mão levantou meu vestido deixando minha bundinha nua na sua frente.

-Que delicia de bunda!

Senti dois tapas, suas mãos me puxaram pela cintura deixando minha bunda mais arrebitada, senti seu toque na minha bocetinha seus dedos brincavam com meu clitóris, sentia minha boceta molhada com aqueles toques seus dedos adentrava nela enquanto seus lábios beijava minha nuca.

-Ahh...Dante,hum te quero!

Dante me pegou no colo e fomos para o quarto, onde tirou meu vestido acariciou meus seios em seguida me colocou de joelho na sua frente, abri sua calça e seu pau saltou da cueca segurei olhei fixamente nos olhos do Dante e dei a primeira lambida bem na cabecinha descendo até suas bolas voltando lambendo até abocanhar com gosto, chupava com vontade aquele pau delicioso, suas mãos seguravam meus cabelos o que deixava mais excitada, chupava aquele pau ao mesmo tempo que punhetava, Dante com meus cabelos presos entre seus dedos empurrava minha cabeça contra seu pau fazendo chupar mais rápido.

-Vem aqui safada!

Me pegou pelo braço jogando-me sobre a cama, tirou as peças de roupa que ainda tinha no corpo e veio em direção a mim, segurou minhas mãos sobre minha cabeça me deu um beijo descendo pelo meus pescoço fez uma breve pausa nos meus seios descendo pelo meu abdômen até chegar na minha bocetinha, passou seus lábios delicadamente sobre ela, deu algumas chupadas fazendo meu corpo se arrepiar, encaixou seu corpo entre minhas pernas e deu uma única estocada colocando seu pau todo dentro dela.

-Hum que delicia, isso me fode!

Dante me virou de quatro e voltou a foder com força minha bocetinha me deixando louca, sentia seu pau adentrando minha boceta, uma mão segurava minha cintura enquanto a outra puxava meu cabelo.

-Ainnn Danteee...vaiii hum que delícia...ainnn

-Vai sua safada goza pra mim!

Sentia alguns tapas na minha bunda e ele me chamando de safada entre outros nomes me deixava mais louca sentia meu corpo se contorcer, minha bocetinha comprimiu seu pau e gozei com aquele pau todo dentro de mim.

-Ainnn...hum Dante que delícia...

-Gozou né sua putinha?Agora vou encher sua bocetinha de porra?

Dante deu mais algumas estocadas, até que senti suas duas mãos na minha cintura puxando-me contra seu pau, senti seu pau pulsar inundando minha boceta com aquele liquido. Seu corpo caiu sobre o meu e ficamos ali por alguns minutos até pegarmos no sono.

No dia seguinte acordei cedo e Dante já havia tomado banho e já estava vestido, levantei e fui pro banho coloquei minha roupa e fui até a cozinha onde tomamos café juntos e ficamos conversando, ficamos o final de semana juntos curtindo um ao outro e foi o melhor final de semana da minha vida.

Dedico esse conto a uma pessoa muito especial Dante Gavazzoni,este conto foi baseado nas nossas conversar,obrigada por tudo que tem me proporcionado!


Anita G.


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sábado, 2 de abril de 2016

Encontro inesperado

Meu dia estava sendo horrível, estresse no trabalho e agora a chuva.
-cadê o guarda-chuva?
Me perguntava enquanto lembrava que havia deixado o bendito sobre a mesa.
-Não acredito que me encontro assim toda molhada e com frio.
Encostei na parede de um edifício tentando me esconder da chuva, quando avistei um homem aparentemente bem vestido em um carro estacionado na calçada, mas não dei importância e continuei ali parada tentando segurar meu vestido branco que não parava de voar com o vento.
-Senhorita?
Ouvi aquela voz rouca falando comigo enquanto saía do carro pegando seu blazer e vindo em minha direção, ele era moreno e forte, tinha uma barba semicerrada, trajava um terno preto e muito elegante.
-Senhorita vamos entre aqui em baixo e vamos até o carro, está chovendo muito e você está toda molhada!
Queria recusar mas estava com tanto frio que nem pensei direito e obedeci.
Ele abriu a porta do passageiro e entrei.
-Obrigada!
Minha voz saiu tremula devido o frio.
Ele entrou no carro e ficou me olhando, olhava fixamente a um ponto do meu corpo, segui seu olhar e pude ver meus seios rígidos a mostra no meu vestido branco.
-Meus Deus estou sem sutiã e agora?!
Pensava enquanto tentava esconde-los com o blazer.
-Desculpa, não pude evitar de olhar!
Sorri timidamente.
-imagina,tudo bem!
-Qual seu nome?
-Meu nome é Dante e o seu?!
Aquele homem charmoso não poderia ter nome melhor, nome forte elegante.
-Me chamo Anita!
Depois de nós apresentarmos ficamos trancados naquela carro conversando sobre nossas vidas esperando a chuva passar.
Num certo momento ficamos sem assunto e o silêncio reinou por alguns minutos, aquele homem tão charmoso mexia comigo, estava excitada com aquela situação, havia anoitecido e passava alguém pelo local esporadicamente.
-Ain...Anita não seja louca, você não o conhece e está apenas esperando a chuva passar!
Pensava enquanto olhava aquela barba que me fazia pensar coisas.
Ele aproximou seu rosto do meu, pude sentir o calor da sua respiração próxima a minha boca, senti sua mão ir até meus ombros arrumando o blazer que estava largo e voltou para o seu lugar.
Aquela atitude me deixou descontrolada, Ele tinha um sorriso discreto e me olhava fixamente, então ele se inclinou novamente e dessa vez me beijou delicadamente me deixando completamente sem ação, sua barba roçava no meu queixo aumentando ainda mais minha excitação.
Suas mãos deslizaram para o meu ombro retirando o blazer em seguida foi em direção aos meus seios seus toque delicado massageando meus seios rígidos mas dessa vez devido ao tesão.
-Ain...Dante...
Minha voz saia ofegante enquanto ele beijava meu pescoço descendo em direção aos meus seios, suas mãos circularam envolta da minha cintura me puxando para ele, sua boca nos meus seios, seus toques estavam mais ousados.
Quase não tinha forças para impedir
-Dante não podemos, por favor não!
-Anita você vai me deixar desde jeito?
Enquanto levava minha mão até seu membro rígido, num gesto rápido me puxou para seu colo fazendo um encaixe perfeito do meu sexo em seu membro ainda por cima da roupa.
-Ah...Anita você vai ser minha!
Nesse momento senti meu sexo molhar e retribui aquelas palavras com um beijo, desci beijando seu pescoço enquanto abria os botões de sua camisa, ele inclinou seu banco para trás deixando mas espaço para os movimentos, desamarrou o laço do meu vestido atrás do meu pescoço fazendo-o cair até minha cintura em seguida retirou ele por completo deixando apenas minha calcinha branca, deslizou seus dedos até meu sexo colocando minha calcinha para o lado e tocando meu sexo úmido.
-Ahhh...Dante...
Dante retirou seu membro me pegou pela cintura levantando-me e encaixando minha bocetinha,desci devagar até estar com ele todo dentro de mim, beijei sua boca e comecei a cavalgar de início devagar aumentando o ritmo.
-Ah...Dante hummm...arhhh. ..
Dante segurava minhas nádegas ajudando subir e descer cada vez mais rápido.
Minha pele queimava de calor, estava ofegante sentindo aquele membro me proporcionar prazer, Dante me dava alguns tapas enquanto cavalgava em cima dele.
-Ah,Dante isso me fode...hummm...ainnn...
Dante segurou minha cintura puxando meu corpo contra o seu, senti seu membro todinho dentro de mim e suas bolas tocando minha bunda, rebolei naquele pau com gosto senti meu corpo estremecer e gozei...
-Ahhh...Danteeee...humm...
Dante segurando minhas nádegas ajudando a cavalgar até que sentir um líquido quente me invadir e escorrer pelo seu pau ainda dentro de mim.
-Anita ainda não acabamos!
Falava enquanto me retirava de cima dele se ajeitando no banco, colocou o sinto de segurança em mim ainda nua, ligou o carro e saímos...

Esse conto é dedicado a uma pessoa muito especial Dante Gavazzoni

Anita 

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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Epítome de uma Distância


Não pares!
Perde-Te no momento, mesmo quando o administras… e ministras. Não paralises. Não Te detenhas no feitiço dos suspiros que Ela desenha no ar. Corta-lhe o ar. Mão na sua garganta. Espreme! Trata de obstruir essa traqueia. Aperta. Não penses. Pausa. Inspira. Continua. Não pares! A venda agita-se. Os olhos dEla mexem-se mesmo sem conseguirem ver. Aprecia-o. Aprecia-A. Estima-A. Fotografa com os Teus olhos o instante em que Ela abre os lábios. Agora mexe-te! Desce a mão. Afasta-lhe as coxas. Invade-A. Clama-A. Quando comprimir as coxas como uma ostra, emprega o ensejo como algo proveitoso. É cooperação. Investe os dedos. Tecla-lhe gemidos. Contempla como se contorce. Silencia-A… com a boca. Numa colisão trapalhona de dentes. Ri, mas garante que o riso expira nesse beijo. Olhos bem despertos. Os dEla esvaecidos. Ela agarra-se à tua boca como se fosse a última coisa do seu mundo… o derradeiro elo tangível. És um deus para Ela. O destino dEla pertence-Te. Pequena Morte? Grande Morte? Corta-lhe novamente o ar. Afunda-lhe o polegar na traqueia. Atenta no seu rosto. Espera... Espera... Espera... Agora liberta-A. Ela engasga-se. Beija-A. Que o ar lhe ateste os pulmões. O teu Ar. Ela tosse por um breve instante. Afasta-te um pouco. Mas não lhe deixes tomar fôlego. Atira-A para o chão. Para o teu chão. Ela tropeça. A forma como o seu ombro bate no chão sacode-te um pouco, mas tens noção que Ela prezará a equimose. Ela não pensa em dor neste momento. Ela não pensa em todas as formas que empregaste para lhe contundir… para lhe deixar o fardo de deliciosos brasões que terá de carregar. Ela não pensa. Tu não pensas. Agora não há lugar para hesitações. Nem reflexões. Perde a tua mão num punhado dos seus cabelos. Sente o emaranhado em cada nó dos teus dedos. Puxa-a e hospeda os teus lábios no seu ouvido…

«Quero rasgar a Tua carne e fazer do Teu âmago o meu Lar. Quero foder-Te até perder a visão e ficar em pé de igualdade com essa venda. Quero fazer dos Teus suspiros a candeia que alumiará o meu Caminho até Casa.»

Sentirás as palavras voando através dos dentes e por uma fração de tempo, não te reconhecerás.

Não pares!


Texto originalmente escrito pelo poeta Eros. Convido todos a conhecer Suspiros de Libido,e se encantar,se maravilhar,se apaixonar,e desfrutar das obras desse grande escritor.

Beijos,Cris.
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