domingo, 7 de janeiro de 2018

Rapidinha no banheiro

Quando o desejo a bate a nossa porta fica praticamente impossível resistir.

Mesmo sendo casada nunca esqueci das mulheres que já passaram por minha cama, mas ter recordações é algo completamente normal. Mas nem sempre essas recordações vem sozinha, vem junto a saudade, o desejo de vivenciar tudo aquilo novamente.

Meu marido sempre me realizou, sempre gostei do bom sexo que temos, mas as vezes eu quero mais, quero uma mulher, quero sentir seu prazer na minha boca e isso não quer dizer que eu ame menos meu marido, as pessoas dizem que quem ama não trai. Discordo! Quem ama sente desejo, sente tesão por outras pessoas e eu que me deixei levar pelo desejo, pelo momento e confesso que não me arrependi.

 Meu coração bate acelerado...

-Anita, ei está me ouvindo?

-Oi Fred claro que estou, estava pensando... que horas o pessoal vai chegar?

-meu amor, logo menos nossos amigos chegam!

Fred chama o garçom e pede um whisky com gelo para ele e para mim um vinho tinto.

 Olho para Amanda que está numa mesa próxima e fico sem jeito, tento disfarçar para o meu marido não perceber.

Amanda estava linda, usava um blusinha de alça vermelha e uma calça jeans preta e um salto preto, seus cabelos pretos que iam até a cintura estava soltos e aquele olhar que me fascinava, azuis que se destacava pelos cabelos pretos.

-Eles chegaram amor!

Abro um sorriso e comprimento a todos que estão acompanhados de suas esposas.

-Aff ter que aguentar essa novela!
Pensei sem deixar com que percebam minha insatisfação.

Aquele jantar estava um porre, odeio fazer pose para os sócios do meu marido, todos estavam conversando e dando risadas, embora estivesse participando da conversa meu olhar sempre ia ao encontro com o de Amanda.

-Com licença vou ao toalete.

Levantei quando uma das esposas se levantou rapidamente pedindo para que a esperasse que iria comigo, esperei e pude sentir o olhar de Amanda me despir, estava com um vestido branco rodado que ia até o meio das coxas, e um salto nude meus cabelos estavam preso em um rabo de cavalo bem alto.

Ao entrar no toalete digo que tenho que voltar à mesa, pois esqueci a bolsa (propositalmente, assim ganharia tempo para ela voltar à mesa antes de mim) pois queria respirar e queria ficar sozinha por alguns minutos.

Voltei a mesa e enrolei um pouco e quando voltei ao toalete e ela já estava chegando a mesa.

Apoiei minhas mãos no lavabo e me olhei no espelho respirando fundo, não queria me envolver com Amanda não estava acreditando que ela estava ali depois de tanto tempo sem ter contato com ela, não podia mais te-la nos meus pensamentos.

-Como estás bela com esse vestido branco.

Amanda falou sussurrando no meu ouvido.

Senti um arrepio percorrer por todo corpo, seus dedos deslizaram pelo meu pescoço em direção ao ombro, me viro bruscamente e sou surpreendida com um beijo, naquele momento me entrego aqueles beijos sem pensar que alguma daquelas esposas poderiam entrar no toalete, meu corpo estava pegando fogo, já não aguentava ficar no mesmo ambiente que ela e não toca-la.

- Quanto tempo amor!

Amanda disse me puxando para dentro de uma das cabines, me empurrou contra a parede e voltou a me beijar, suas mãos passeavam por todo meu corpo, meu coração estava acelerado, meu corpo queimava de desejo por aquela mulher, sentia seus dedos me invadir enquanto seus lábios me beijavam com veracidade, logo minhas mão foram de encontro com o corpo daquela mulher deliciosa, minhas mãos retiravam parte de cima da sua roupa, meus lábios mordiscava sua orelha e pescoço e logo chegaram aos seios, mordiquei um depois o outro, empurrei Amanda contra a outra parede e terminei de retirar parte debaixo de sua roupa, passei meus dedos em sua boceta e logo adentrei com dois dedos, Amanda gemia ao pé do meu ouvido, estava completamente tomada pelo tesão, sentir aquela boceta que pulsava em meus dedos, o gosto de sua boca, aquele perfume adocicado e a expressão naquele olhar só me deixava mais excitada. Deslizei minha boca pelo seu corpo até chegar em sua boceta, Segurei em suas coxas em seguida apoiei uma de suas pernas no meu ombro, passei minha língua debaixo para cima até chegar em seu clitóris suguei ele com gosto, meus dedos fodiam aquela boceta enquanto sentia seu sabor, mordiscava aquele clitóris e o sugava me deixava louca, Amanda segurava na parede enquanto eu me deliciava naquela boceta maravilhosa, sentia o sabor do seu néctar invadir minha boca e ouvia aqueles gemidos discretos, quando mais sentia o sabor daquela mulher maravilhosa mais queria sentir...

-Anita você está ai?
Ouvi uma voz feminina me chamar ao lado de fora da cabine.

- PQP! Logo agora! Pensei com raiva.

Olhei para Amanda que estava com parte do seu rosto coberto pelos cabelos, em seguida respondi:

- Já estou saindo, só vou terminar de falar com minha irmã!
(- Beijos Bruna, quando chegar em casa te ligo.) fingi que estava falando com minha irmã.

Arrumei meu vestido e meus cabelo, dei mais um beijo em Amanda que me olhava extasiada. Sussurrei em seu ouvido:

-Depois te ligo gostosa para terminarmos.

Ela se escondeu atrás da porta e eu sai.

- Minha irmã me ligou não teve como não atender!
Falei para Julia esposa de um dos sócios.

-Ah claro Anita eu entendo.

Retoquei minha maquiagem enquanto Amanda esperava que nos saíssemos para ela também poder sair.

Voltamos para mesa e depois vi Amando saindo com um sorriso nos lábios. Passei o resto do jantar olhando para Amanda e ela para mim, ninguém percebeu porque o assunto de negócios era mais importante que qualquer coisa que estivesse acontecendo ao redor.

Beijinhos

Anita G.                                         



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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Unidos por um "Cupido"

Seus dedos deslizavam pelo meu corpo, sua boca tocando cada pedacinho dele, respirações ofegantes...Sua boca na minha, minhas mãos passeando por suas costas, estávamos na mesma sintonia para um único prazer...

Conheci Leandro através de um conhecido que irei chama-lo de cupido, até hoje acho que sua missão aqui na terra era unir casais, pois ele sempre contava para mim sobre os casais que ele ajudava se conhecerem, eu nem fazia ideia do que ele estava tramando, todos os dias que chegava do colégio passava por ele que logo vinha com um bilhetinho escrito pequenos poemas eu sempre com os pés no chão pedi para ele me apresentar esse meu admirador secreto, pois já estava fazendo coleção com aqueles bilhetinhos.

Era uma sexta-feira o dia que o cupido me apresentou ao meu admirador secreto, olhei para aquele homem que aparentava ter 23 anos (seis anos mais velho que eu), um pouco mais alto que eu, moreno, seus olhos me chamaram a atenção por serem negros e pequenos, seu corpo definido, ele era lindo e claro que a conversa fluiu e foi quando ele me agradeceu os bilhetinhos que ” mandei “ na hora não aguentei e dei risada e ele sem entender perguntou porque estava rindo, eu abri minha mochila e retirei do meio do meu caderno inúmeros bilhetinhos que “ele” havia mandado e na hora ele começou a rir.

- Ah acho que fomos mais uma vítima do cupido!

Leandro me olhou me segurando pela cintura, olhou nos meus olhos e disse:

- Santo cupido!

Em seguida me beijou, que beijo gostoso, delicado mas ao mesmo tempo ousado, senti meu corpo arrepiar, nesse momento não tinha noção que aquela boca, que aquele beijo eu iria receber todos os dias até hoje.

Esperamos por meses até eu me sentir complemente segura para me entregar para ele, na época um namorado do qual não saberia onde daria aquela relação por esse motivo de tanta insegurança, hoje atual marido e o grande amor da minha vida.

Ficamos alguns meses apenas nos beijinhos e algumas passadas de mãos, estava insegura devido a alguns relacionamentos que não deram certo, até que decidi que estava mais do que na hora de levarmos nosso relacionamento adiante, combinamos alguns dias antes que ele iria me buscar no colégio e de lá iriamos para um Motel, fiquei a manhã inteira ansiosa para me encontrar com ele, chegada a hora de irmos para o Motel me bateu um medo e decidi que não seria aquele dia, falei com ele e expliquei que ainda não me sentia totalmente segura e ele como um verdadeiro cavalheiro entendeu e fomos para um shopping que ficava próximo e passamos a tarde toda lá.

No dia seguinte como de costume passei na casa dele após a aula, começamos a assistir um filme e eu com toda vontade do mundo de me entregar para aquele homem mas não havia feito isso por insegurança, mas enquanto o filme passava nós nos beijávamos e nem estávamos prestando atenção no filme, sei que entre beijos e caricias quando dei por mim já estávamos completamente nus , suas mãos deslizavam pelo meu corpo, sua boca beijava meu pescoço descendo pela minha barriga até chegar ao local desejado, senti sua língua deslizar pela minha boceta deixando ela totalmente molhada, ele mordiscou meu clitóris, em seguida desceu sua língua adentrando minha boceta, meu corpo se arrepiava enquanto sentia sua boca passeando entre minhas pernas, meu corpo se contorcia em cada lambida que ele dava, minhas mãos apertavam os lençóis da cama, enquanto ele se deliciava com meu mel.

Sua boca subiu pelo meu corpo passando pelos meus seios até chegar em minha boca, ele me beijou pude sentir o gosto do meu mel, ele se posicionou entre minhas pernas penetrando devagar pude sentir seu pau me preenchendo devagar, algumas estocadas, parou e olhando meus olhos sua mão passou delicadamente pelo meu rosto, ele mordiscando seu lábio inferior, as estocadas retornaram enquanto nos beijávamos, minhas mãos apetavam suas costas enquanto as estocadas ficavam cada vez mais rápida e forte, sentia cada centímetro daquele membro me penetrando, nossas respirações ofegantes, corpos suados, seu pau pulsando dentro de mim, enquanto da minha boca saiam leves gemidos tímidos, nos abraçamos fortes nos mantando unidos por alguns minutos, ele beijou minha testa delicadamente me acomodando em seus braços.

Depois de um tempo tomamos banho juntos, e claro que mais uma vez fizemos amor, como ocorreu nos outros dias, nos víamos todos os dias e eu estava completamente viciada naquele homem, eu o amava demais e depois que ele me mostrou que não queria apenas sexo e sim uma pessoa com quem poderia ter um relacionamento serio me apaixonei ainda mais.

Ele sempre soube que não era mais virgem e mesmo assim entendia o porquê de me segurar tanto antes de termos nossa primeira relação, sempre soube seus limites e soube me tratar como uma verdadeira mulher, depois de seis meses fomos morar juntos e já vai fazer dez anos que estamos nesse relacionamento, nos amamos muito e para contrariar o que muitos dizem que depois de um tempo o sexo esfria no meu caso o sexo só melhorou com o tempo, somos namorados, amantes, cúmplices, somos um do outros!

Beijinhos

Anita G.

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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Prazer


Ahhh... Aquele prazer maroto
A sensação de dar e receber,
Todos os prazeres na mesma sintonia,
Aquele momento em que nos deliciamos,
Sentimos o prazer do outro,
Sabemos a intensidade,
Porque recebemos na mesma intensidade!
Ahhh... como amo dar e receber,
Homem, mulher o importante é o prazer
Carinho, respeito.
Gosto de beijos!
Gosto de homem!
Gosto de mulher!
Gosto de dar!
Gosto de receber!
Sabe aquela taça de vinho que degustamos, com calma, sentindo todos os aromas?
É assim que gosto, sem pressa, saboreando cada pedacinho do parceiro.
Não que uma rapidinha não seja boa pois adoro é que nem tequila tem que tomar em um gole.
Mas concluindo para o prazer não existe hora, lugar, não precisa ser necessariamente correndo, mas não vejo problema se precisar ser em um elevador às pressas.

Anita G.



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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

A dor de uma ilusão

Não sou de me apaixonar fácil, na verdade nunca pensei que poderia ficar tão cega por uma pessoa, nunca pensei que uma pessoa me traria tantos problemas.

O que vou relatar é algo que nunca contei para ninguém, nunca consegui falar sobre isso nem com a minha maior confidente, minha psicóloga.

Comecei a trabalhar em um novo emprego e pouco tempo depois conheci meu melhor amigo Igor, de início era apenas um amigo do qual eu contava tudo para ele, confiava nele de olhos fechados e acreditava que ele era tão verdadeiro comigo quanto eu era com ele. Ah mas como fui besta, como ele me enganou dessa forma, tudo que saia da boca dele era mentira, todos os problemas que ele tinha com a esposa eram mentiras, coitada dessa esposa, levou tantos nomes sem merecer.

Mas algo nesse meu amigo me atraia, ficava horas falando com ele pelo whats e no serviço só vivíamos grudados o que dava espaço para as pessoas especularem e perguntarem se estávamos juntos, mas nunca havia ficado com ele e achava essa ideia absurda, pois ele nunca olharia para mim já que nossa relação era apenas de amizade, nunca pensei que poderia me apaixonar por ele, ele era casado e jamais seria a outra e jamais iria colocar meu relacionamento de tantos anos no lixo, meu marido sempre foi maravilhoso para mim, o sentimento da culpa jamais deixaria eu fazer algo desse gênero com meu marido.

Ah mais Igor era uma pessoa diferente me envolvia, me deixava com dó dele, tantas coisas que a coitada da mulher dele fazia de ruim (como ele era mentiroso) ele me envolveu de uma maneira que eu ficava confusa, mas sempre com os pés no chão e certa de que não faria nada de errado é hoje eu vejo que a carne é fraca e até as pessoas mais certas do mundo caem nessa armadilha. Não estou depositando toda a culpa nele porque eu respondo pelos meus atos e tenho culpa nessa história tanto quanto ele, mas eu nunca menti pra ele e isso sem dúvidas é diferente.

Um belo dia após sair do trabalho saímos para relaxar e bebermos um pouco e nesse pouco que bebemos já foi o bastante para eu falar para ele que ele mexia com meus sentimentos e que estava confusa, Igor me beijou e no momento do beijo senti um calor tomar conta do meu corpo, queria ser possuída ali mesmo em público, depois de muito beijos e caricias fomos cada um para suas respectivas casa.

No outro dia ficamos mais uma vez...e no outro dia...e no outro...e assim passamos a nos encontramos fora do serviço. Nós não íamos para nenhum Motel ficávamos em barzinhos ou até mesmo em praças conversando e claro que rolava beijos, amassos mas não passava disso e isso só foi aumentando cada vez mais o meu desejo por ele.

Um belo dia depois de sairmos do trabalho compramos algumas bebidas e sentamos numa praça onde tinha várias pessoas, pois a noite estava quente e era uma praça muito movimentada e ficamos bebendo e conversando, falávamos dos nossos relacionamentos que não iam muito bem, que já não sentíamos as mesmas coisas pelos nossos parceiros, inclusive ele me revelou que sua esposa havia traído ele com um primo, fiquei sentida com aquela declaração e sem palavras para descrever a minha indignação. Então eu falei sobre o meu relacionamento do quanto meu marido era bom para mim mas que já não o amava como antes e que estava com vontade de me separar, pois não queria fazer meu marido de trouxa e que ele não deveria fazer o mesmo com sua esposa.

-Nossa Igor sinto muito por você.

Falava enquanto passava a mão em seu cabelo, ele então me olhou nos olhos e sem nenhum aviso me beijou um beijo quente.

-Desculpa Lívia, não posso fazer isso!

-Igor tudo bem, fique calmo foi apenas um beijo.

Ele segurou no meu rosto com um olhar perdido...

-Como só um beijo? Se na verdade quero te devorar!

Me arrancou outro beijo agora mais selvagem, parecia que ia me devorar ali mesmo no meio da praça e daquelas pessoas.

-Igor, para estão todos olhando, aqui não.

Ele segurou nas minhas mãos e saiu me puxando para uma rua sem saída atrás de um comercio a rua estava escura e quase não tinha casas, me encostou na parede e voltou a me beijar, suas mãos deslizavam pelo meu corpo me deixando excitada, suas mãos percorreram minhas pernas levantando minha saia, subiu até minha bocetinha e passou sua mão por cima da minha calcinha, meu sexo estava molhado e pedindo para ser preenchido, a excitação de ser algo proibido e por ser em um lugar público só aumentava a nossa libido.

Entre beijos e muita excitação quando dei por mim estava com minhas pernas presas em volta de sua cintura, nossas respirações ofegantes enquanto ele me preenchia forte e gostoso, sentia meu sexo pulsar sentido seu pau todo dentro dele, suas mãos apertavam minha bunda enquanto minhas mãos envolta do seu pescoço deixando minha boca bem próxima ao seu ouvido, fazendo com que eu gemesse em seu ouvido, ahhh como era gostoso aquilo tudo, minha boceta pulsando deixando seu pau melado com meu liquido enquanto seu pau estocava mais forte anunciando seu gozo.

Depois de tudo que houve voltei para casa olhei para meu marido e não conseguia falar nada, fui direto para nosso quarto e chorei muito, meu marido sempre respeitou meu espaço e não fez perguntas, ele pensou que foi algum problema no serviço eu com toda a mentira do mundo deixei com que ele pensasse isso, mas a culpa me corroía por dentro.

No dia seguinte fui ao trabalho e Igor não foi trabalhar fiquei preocupada pois nem minhas mensagens ele respondia, passei o dia todo preocupada e pensando o que iria fazer, porque eu ainda amava meu marido mas queria ficar com Igor então tomei a decisão da minha vida.

Depois de um dia longo de trabalho cheguei em casa e conversei com meu marido, disse que não amava ele como antes e que queria terminar nosso relacionamento, meu marido sem entender nada disse que se eu não o amava como antes então realmente era melhor terminar esse relacionamento e assim foi, depois de uma semana ele já havia mudado e eu me encontrava sozinha em nossa casa, confusa, triste e tendo a certeza de que ainda o amava mas não poderia continuar com aquilo, não tinha perdão o que eu havia feito.

Ah vocês devem estar se perguntado pelo Igor, bom nossa única transa foi essa que descrevi, mas outra coisa que vocês devem estar se perguntando como pude ficar apaixonada em tão pouco tempo, ah não foi tão pouco tempo assim, antes de nos envolvermos foram meses de amizade e depois do primeiro beijo foram mais uns dois meses antes de transarmos e depois que houve Igor sumiu da empresa, mas com o tempo as mentiras dele foram aparecendo e um belo dia sua esposa chegou na empresa querendo falar comigo e eu a recebi na minha sala, conversamos durante horas ela contou que eles eram casados e que desconfiou que ele estava com alguém e não precisou apertar muito ele para ele contar que tinha uma pessoa onde trabalhava que deu em cima dele, que ele não aguentou tanta pressão, eu queria contar tudo para ela as mentiras sobre o relacionamento deles que ele me contou, mas ela estava gravida e quando ela descobriu que estava gravida pediu para ele nunca mais voltar na empresa, nunca mais chegar perto de mim, mas que queria saber o porquê eu fiz isso, porque tentei acabar com o relacionamento dos dois, eu disse a ela que me envolvi com ele e que pensava que ele era alguém totalmente diferente do que pensei e garanti para ela que nunca mais iria chegar perto dele novamente, ela estava calma diante de nossa conversa e meu Deus era uma mulher tão doce que não merecia um marido como o dela, mas eu também não poderia destruir uma família ela estava gravida e quem sabe esse filho não iria mudar aquele homem, realmente é o que eu espero que tenha acontecido.

Depois de alguns meses sozinha sem ninguém resolvi ligar para o meu marido (nunca chamei ele de ex) e conversamos e decidimos voltarmos, não contei para ele o que realmente aconteceu mas tirei isso como lição de que não podemos colocar em risco um relacionamento de anos, nem machucar uma pessoa que amamos por alguém que mal conhecemos.

Anita G.

*Esse relato não é tão erótico e sei que muitas pessoas tem uma vida extra conjugal baseada em excitação, paixão, desejo e que realmente gostam de levar uma vida assim não julgo. Mas esse relato é baseado em uma história verídica e que escrevi, senti vontade de postar e sei que a pessoa do conto não é a única que tenha vivido algo assim, escrevi baseado nos e-mails que recebi*





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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Depois daquele Nude

Jéssica uma jovem de 26 anos, trabalha de segunda a sexta em um escritório de advocacia o que faz com que não tenha tempo pra nada além de trabalhar.

São Paulo terra da garoa, Jéssica trabalhou o dia todo no calor de 32 graus como morava próximo do escritório sempre voltava andando para sua casa e devido ao calor foi com uma roupa mais fresquinha um vestido preto e um scarpin preto, no final da tarde pegou suas coisas e saiu do edifício quando percebeu que estava frio e nublado.

-Ah... como não me acostumei com esse clima de São Paulo!?

Jéssica pensava enquanto andava rápido por aquelas calçadas largas próximo ao Teatro de São Paulo.

-Meu Deus, vai chover!

Jéssica apressou ainda mais seus passos, pois tinha medo da chuva e trovões, correu um pouco para se esconder da chuva em um padaria próxima quanto esbarrou-se em um rapaz.

-Calma moça, onde vai com tanta pressa!?

Jéssica voltou seu olhar para o rapaz e respondeu delicadamente.

-Vou me esconder da chuva!

Aquele cavalheiro foi em sua direção pegando sua mão e arrastando-a para a lateral de um prédio onde poderiam se esconder da chuva.

Jéssica estava com frio e com muita vergonha do rapaz que nem ao menos sabia o nome.

-Alexandre!

-Que?

-Meu nome é Alexandre, você deve estar se perguntando qual é meu nome da mesma forma que estou me perguntando o seu nome.

Jéssica ficou vermelha e soltou um sorriso seguido da resposta.

-Jéssica!

Ele colocou seu casaco sobre ela é a abraçou ficando com sua boca próxima ao seu ouvido, sentiu o cheiro de seus cabelos o que fez sussurrar em seu ouvido.

-Que cheirosa!

Jéssica ficou sem ação enquanto seu rosto ficava mais corado.

Alexandre percebeu que havia se excedido, terminou de ajeitar o casaco sobre ela e a abraçou.

Ficaram um bom tempo em silêncio apenas ouvindo o barulho da chuva forte.

Jéssica suspirou fundo levantando seus olhos ao encontro dos de Alexandre.

-A chuva já passou, está apenas garoando, acho melhor eu ir!

Alexandre aproximou sua boca próxima a de Jéssica, e desviou dando um beijo em seu rosto.

-Foi um prazer conhece-la!

Falou com meio sorriso no rosto.

Jéssica estava tirando o casaco quando foi interrompida.

-Por favor fique, assim tenho um pretexto para procura-la.

Jéssica sorriu e foi em direção ao seu prédio que ficava do outro lado da rua, Jéssica se virou e Alexandre ainda estava do outro lado da rua a olhando, Jéssica olhou para aquele rapaz moreno, forte, cabelos e olhos negros e inexplicavelmente ela sentiu seu corpo pegar fogo e imediatamente sentiu sua calcinha molhar.

Jéssica subiu para seu apartamento pensando naquele rapaz, do quanto era bonito e educado, entrou em seu apartamento, tirou o casaco e deitou sobre o sofá abraçando e sentindo o cheiro daquele homem que estava impregnado naquele casaco.

Depois de um tempo foi até a sacada de seu apartamento acendeu um cigarro e ficou perdida em seus pensamentos e desejos, o fato de só trabalhar só acumulava seus desejos mais íntimos e que nunca ninguém havia desvendado, ao terminar de fumar tomou um banho, colocou uma camisola pegou o casaco e começou a olhar os bolsos, encontrou um cartão de uma clínica odontológica com um número de telefone fixo e um número de celular, não pensou duas vezes antes de salvar aquele número em seu celular e chamar Alexandre no whatssap.

-Oi, Alexandre?

Depois de alguns minutos ela obteve sua resposta.

-Sim é ele, quem é?

Nesse momento Jéssica sentiu seu coração acelerar, não sabia o que responder.

-Oi, encontrei esse número em um cartão no seu casaco, lembra de mim?

Ele rapidamente respondeu:

-Como iria esquecer de uma pessoa com o perfume tão marcante!

Ficaram trocando mensagens até tarde da noite quando ela não aguentou mais e dormiu.

No dia seguinte a primeira coisa que fez foi abrir o whatsapp e logo se deparou com uma foto em que mexeu com seus desejos, essa foto era um nudes onde a legenda estava escrito.

“Como eu fico só em pensar em você!”

Jéssica ficou por um bom tempo olhando e admirando aquela foto, já imaginando loucuras em que poderia fazer com Alexandre.

-Ah que delicia de homenagem, não consigo parar de olhar, estou molhada e morrendo de vontade de sentir você dentro de mim.

Jéssica não era tão ousada mas aquele homem mexia com sua cabeça, seus desejos a flor da pele.

Ele respondeu rapidamente aquela mensagem:

-Precisamos nos ver, deixa eu arrancar pelo menos um beijo seu!?

Jéssica abriu um sorriso,respirou fundo, respondendo aquela mensagem:

-Seria muita ousadia minha se pedisse para arrancar minha roupa também?

Claro que a resposta todos já sabemos, Jéssica e Alexandre trocaram mensagens durante todo o dia e sempre falando o quanto um excitava o outro, Jéssica tentava ser mais contida mas a situação só deixava com que ela fosse mais ousada, aquela situação a excitava de uma forma em que ela não conseguia se controlar.

No final do expediente pegou suas coisas e saiu, ao sair do edifício do outro lado da rua Alexandre observada e admirava Jéssica que estava com um vestidinho preto pouco acima dos joelhos e uma sandália de salto e um blazer sobre o vestido, Jéssica não viu que Alexandre estava parado do outro lado da rua a observando e logo seguiu em direção ao seu prédio, quando sentiu alguém encostar em seu corpo e sussurrar em seu ouvido.

-Você me deixou louco hoje!

Jéssica sabia de quem se tratava e virou-se com um sorriso no rosto, olhou nos olhos de Alexandre e sem hesitar arrancou um beijo que foi correspondido enquanto as mãos de Alexandre seguravam em sua cintura puxando-a contra seu corpo.

-Agora você só precisa se dar o trabalho de arrancar minha roupa!

Jéssica falou com um sorriso no rosto.

Alexandre a puxou pelo braço fazendo-a entrar dentro de um carro preto em seguida saiu sem dizer para onde estavam indo, Jéssica não se preocupou nem por um momento para onde ele estava a levando, ela ficou tanto tempo pensando em seu futuro deixando as oportunidades de viver a vida passar que naquele momento só importava para ela estar ali com aquele homem, só importava para ela o seu prazer e não ter um futuro escrito numa folha de agenda já a fazia se sentir livre.

Alexandre entrou na garagem de um prédio, saiu do carro e abriu a porta para Jéssica, segurou em sua mão e entraram num elevador que os levou até o 15 andar, entraram no apartamento de Alexandre entre beijos e caricias, Jéssica já se encontrava com o vestido levantado até a bunda e sem seu Blazer que provavelmente deixou no elevador, Alexandre parou na frente de Jéssica respirou fundo dando um selinho naqueles lábios em seguida se afastou tirando sua camisa.

-Homão da porra!

Jéssica pensou em voz alta.

-Que?

Alexandre havia escutado o que Jéssica tinha falado mas queria ouvir de novo.

Jéssica foi em sua direção repetindo várias vezes o que havia falado enquanto o beijava e segurava seus braços fortes, Alexandre a puxou pela cintura deixando seus corpos colados e a conduziu até uma sacada que dava vista para outros prédios, ele mostrou para ela o quanto a lua estava bonita e deixava aquela noite ainda mais gostosa, Jéssica olhou para Lua descendo seu olhar para os prédios que haviam em frente e vendo que algumas luzes estavam acesas, desceu ainda mais seu olhar e pode ver os carros passando na avenida que havia lá embaixo.

Alexandre a abraçava por trás fazendo com que ela sentisse seu pau rígido encostando em sua bunda, sentia as mãos de Alexandre percorrer suas coxas retirando seu vestido deixando ela apenas de peças intimas, Jéssica ficava cada vez mais excitada em imaginar que em algum apartamento alguém os observava.

-Alexandre nós somos doidos!

Alexandre deu risada do comentário enquanto arrancava sua calcinha e a jogava de lado em seguida fez o mesmo com o sutiã, apertou seus seios, beijou sua nuca e foi descendo até sua boceta lambeu em seguida encostou seu pau na entrada daquela boceta e foi empurrando, Jéssica se apoiava na grade daquela sacada enquanto seus olhos fechados intensificava mais a sensação que sentia.

-Arhhhh Alê...humm...

Jéssica gemia ao sentir sua boceta sendo preenchida com força, não se importava se alguém poderia estar vendo ou ouvindo, ela só queria mais, seus gemidos eram mais fortes, segurava na grade com força enquanto sentia aquelas mãos grandes segurando seus cabelos. Alexandre segurou a cintura de Jéssica a puxando contra seu corpo fodendo mais forte aquela boceta até não aguentar mais e gozar ao ver Jéssica gozando com seu pau todo dentro dela.

Jéssica respirou fundo sentindo Alexandre a abraçar por trás e ficarem ali olhando para os outros apartamentos e os carros passando pela grande avenida.

-Ahhh Alexandre...

Alexandre deu risada e a puxou pelo braço, sentou no sofá e a puxou para cima dele, ela sentou num encaixe perfeito naquele pau, segurou nos ombros de Alexandre e o beijou, seus beijos eram quentes o que fazia com que ela cavalgasse mais rápido, Alexandres segurava em suas nádegas dando alguns tapas, gemia no mesmo ritmo que cavalgava naquele pau delicioso ela já abraçava Alexandre e arranha suas costas com força, num movimento rápido ele a colocou de quatro naquele sofá e introduziu aquele pau duro e grosso de uma só vez naquela boceta, enquanto a fodia com força passou seu dedo naquele buraquinho, retirou seu pau daquela boceta e colocou na entradinha daquele anelzinho e foi empurrando devagar até entrar por completo e logo em seguida começou a foder aquele anelzinho com força e rápido, Jéssica gemia e gritava alto, Alexandre estava fora de si e dava tapas fortes naquelas nádegas e puxava seu cabelo.

-Cachorra, safada...era isso que você queria?

-Siimmm... vai me fode com força!

Jéssica sentia um prazer incontrolável ao ouvir aquelas palavras, seu corpo denunciava seu orgasmo, seu sexo pulsava e sua respiração mais ofegante, seu corpo que estava quase sem força, Alexandre não aguentou em ver aquela cena, aquela mulher estava gozando enquanto ele fodia seu anelzinho e logo em seguida gozou e deitou ao lado de Jéssica, os dois ficaram se olhando.

Naquela noite Alexandre e Jéssica desfrutaram um do outro até não aguentarem mais e adormecerem.

Anita G.

Conto dedicado a uma pessoa que deixar meu tesão a flor da pele Dante Gavazzoni.


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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Para sempre Dominada

Era noite e o frio estava intenso, conseguia ouvir o barulho do vento entrando pela janela do quarto fazendo as cortinas se moverem, levantei e fui em direção a janela para fecha-la, olhei pela janela e sentia a brisa passar pelo meu rosto fazendo com que meu corpo se arrepiasse, fechei a janela e voltei pra cama.

Durante a madrugada acordei com um barulho estranho, liguei a luminária e avistei um vulto próximo a janela que se encontrava aberta, fiquei sem reação devido ao susto, apenas olhava para aquela pessoa parada ali com a cortina batendo em seu rosto sem deixar ver quem era.

Ele se aproximou segurou em meu rosto e pediu que eu apagasse a luminária deixando o quarto mais escuro do que já estava, então ele abriu totalmente a janela deixando a claridade da lua iluminar o quarto amenizando a escuridão.

Ele se aproximou novamente e sussurrando em meu ouvido falou:

-Você gostou da noite anterior?

Lembrei de tudo que houve na noite anterior o que já foi suficiente para me deixar molhada.

Ele então me deitou novamente na cama, e delicadamente foi tirando minha camisola, passou seus dedos nos meus lábios descendo-os até meus seios, colocou seu corpo sobre o meu, fazendo com que eu sentisse todo o calor do seu corpo, seu membro estava duro e roçava na minha perna, sua boca tocou meus lábios fazendo com que eu sentisse aquela língua quente adentrar minha boca, nesse momento senti um tesão incontrolável, queria que aquele homem estranho me penetrasse, me desse prazer, sua boca desceu até meus seios e sugou um por um, intercalava de um para o outro me deixando completamente molhada, suas mãos seguravam minhas pernas abrindo-a deixando-me complemente aberta, deu algumas lambidas na minha boceta em seguida colocou dois de seus dedos fazendo movimento de vai e vem enquanto sugava meu clitóris, meu corpo se contorcia de prazer ,estava realmente louca de desejo por aquele desconhecido, à sensação de prazer e suspense tomavam conta de mim, sua boca na minha boceta, seus dedos me invadindo, enquanto eu pedia mais...Gritava para ele não parar que eu iria gozar, meu corpo se contorcia minhas mãos seguravam na lateral da cama enquanto eu gritava de prazer, ao ver que eu havia gozado ele parou se levantando indo em direção a janela.

Perguntei quem ele era, ele apenas me respondeu que nos encontraria na noite seguinte, para terminarmos o que ele havia começado, me deu um beijo na boca e saiu pala janela.

Ao anoitecer tomei um belo banho, coloquei minha camisola favorita de renda e estava pronta para receber o homem misterioso, me deitei na cama apaguei as luzes deixando apenas a luminária acesa, estava determinada esperar por ele acordada, mas as horas foram se passando e eu acabei pegando no sono.

Já era madrugada quando abro meus olhos e me deparo com ele sentado na cama completamente nu olhando para mim, fiquei imóvel por alguns segundos, mas logo levante querendo ir até a tomada para poder acender a luz, pois queria descobrir quem era aquele homem que tanto insistia em me dar prazer, ao me levantar ele me puxou pelo braço fazendo com que eu me sentasse em seu colo, me deu um beijo na boca me deixando completamente sem ar, passou suas mãos pelo meu corpo descendo até a bunda apertou minhas nádegas, descendo com sua boca pelo meu pescoço até chegar em meus seios, abaixou a alça da minha camisola e os sugou delicadamente, mordiscou deixando-os rígidos.

Levantou-se da cama  me deixando sentada na beira, posicionou na minha frente colocou seu pau inteiro na minha boca, seu membro era grande foi até o fundo da minha garganta fazendo com que eu engasgasse, comecei a chupar seu pau e logo me acostumei com o tamanho do seu membro, segurava suas bolas e chupava seu pau deixando-o todo babado com a minha saliva, tirava seu membro da minha boca, lambia ele todinho e voltava a chupar, suas mãos acariciavam meus cabelos enquanto eu me deliciava com aquele membro em minha boca.

Ao olhar para seu rosto enquanto chupava seu pau, pude ver o brilho dos seus olhos e o desenho de seu rosto, mas mesmo assim não pude reconhecer aquele homem que tanto me fascinava, continuei a chupar seu pau, pois a cada chupada, cada lambida meu tesão aumentava.
Ele segurou meu rosto e após me dar um beijo nos lábios colocou uma venda em meus olhos e amarrou minhas mãos acima da minha cabeça.
Ainda estava deitada quando ele aproximou sua boca no meu rosto me arrancando um beijo, seus lábios deslizaram para o meu pescoço dando pequenos beijinhos até chegar nos meus seios ele os mordiscou em seguida se posicionou entre minhas pernas encostando seu membro na minha boceta que estava completamente molhada, foi me penetrando devagar, sentia seu pau me abrindo me levando a loucura.

Não podia toca-lo minhas mãos estavam presas mas o fato de não poder toca-lo, de me sentir dominada só me deixava mais excitava, enquanto sentia seu pau me invadir, entrando e saindo inicialmente devagar, mas ia aumentando mais o ritmo junto com nossa respiração que estava ofegante.

Queria poder ver seu rosto, saber quem era ou pelo menos saber sua fisionomia, mas naquele momento era impossível.

Meus gemidos juntavam-se junto ao dele quando senti sua boca encostar no meu pescoço, seu pau latejando dentro de mim, e seu gozo me invadindo enquanto seus lábios beijava meu pescoço, naquele momento meu corpo denunciou, naquele momento tive um dos melhores orgasmo que já tive em toda minha vida, a dor que senti quando levei um tapa no rosto se misturava junto com o nosso prazer.
Ficamos deitados por algum tempo, ele já havia tirado as algemas mas continuava a me segura, ficamos um momento apenas nos beijando, em seguida ele me soltou e pediu para eu permanecer imóvel enquanto se vestia e saia correndo pela janela.

Depois de um tempo me recuperei de tudo que houve e fui até a janela e não vi ninguém, fechei a janela e fui tomar um banho, acabei meu banho e fui buscar um café, sabia que não conseguiria dormir mais naquela noite, ao chegar na cozinha me deparei com uma caixa de chocolates e um bilhete que dizia o seguinte:

“Voltarei mais vezes, voltarei só pra te dar prazer e ouvir seus gemidos ao meu ouvindo e saber que implora por mais e mais”

Anita G.

Conto escrito para uma pessoa especial Dante Gavazzoni
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